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“A Hora do Boi”, monólogo de Vandré Silveira, estreia nesta sexta(07/08), no CCBB BH

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Amor e empatia aos seres vivos permeiam o elogiado espetáculo, indicado ao Shell e APTR, com texto de Daniela Pereira de Carvalho e direção de André Paes Leme, baseado em uma notícia de jornal sobre um boi que fugiu para não ser abatido. A montagem foi criada para celebrar os 25 anos de carreira do ator mineiro

 

O CCBB BH recebe entre os próximos dias 07 e 31 de agosto, uma temporada do espetáculo “A Hora do Boi”, monólogo de Vandré Silveira. A montagem, indicada a vários prêmios, como Shell APTR, durante temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, chega agora a capital mineira – terra natal do ator.

Com dramaturgia inspirada em uma história real, o espetáculo teve como ponto de partida uma notícia publicada no jornal “A Tarde”, de Salvador, que anunciava o seguinte: “Na última quinta (29/11/2018) pela manhã, um boi foi visto no mar da praia de Stella Mares, em Salvador. As fortes ondas não o intimidaram, apesar das tentativas dos banhistas de direcioná-lo para a areia. O animal da raça Nelore escapou da feira de agronegócios Fenagro, que acontece no Parque de Exposições em Salvador, e ficou desaparecido durante cinco dias na cidade.”

“Estou muito feliz com a oportunidade de levar ao público mineiro, a história de amor e empatia de um homem e um boi que nos faz repensar nossa relação com o planeta e com todos os seres que o habitam. Minha última apresentação na cidade ocorreu em 2016, com o espetáculo ‘O Homem Elefante’, há exatos 10 anos. Estava com saudades de pisar no palco da minha cidade natal, onde me formei como ator. Sou cria do CEFART (Centro de Formação Artística e Tecnológica), da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes), e muito me orgulho da minha formação e trajetória profissional, ao longo desses 25 anos de carreira, com trabalhos no teatro, na TV e no cinema. É muito especial para mim e para o projeto cumprirmos essa temporada em Belo Horizonte, onde completaremos 100 apresentações de ‘A Hora do Boi’ justamente no dia da estreia no CCBB BH.

Aliás, sempre desejei me apresentar no CCBB BH, um importante e necessário aparelho cultural que estimula e difunde a produção cultural e artística nacional. Esse é um momento de celebração. Após seis temporadas de sucesso de público e crítica, nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo, chegamos ao CCBB BH para uma temporada de um mês que coroa toda essa trajetória e culmina nesse marco da centésima apresentação do espetáculo. É com muita alegria que convido todos os meus conterrâneos para conhecer a história de Seu Francisco, um homem que trabalha num abatedouro de bois e o boi Chico, salvo em seu nascimento e criado sob os cuidados deste trabalhador humilde, mas que um dia deverá cumprir a ordem de matar seu fiel companheiro. Um dilema que talvez só a fé ou o teatro poderiam solucionar. São Francisco também está presente na encenação, como um narrador, num jogo entre espiritualidade, humanidade, animalidade e o próprio fazer teatral”, afirma Vandré Silveira.

 

Na montagem, Vandré mostra toda sua força de atuação ao interpretar os três personagens principais – seu Francisco, o boi Chico e São Francisco de Assis – no monólogo que conta a história do capataz de uma fazenda que tem seus sentimentos colocados em xeque ao saber que, um dia, terá de abater o boi que manteve sob seus cuidados, com quem teve uma grande relação de amizade e afeto. Com direção de André Paes Leme, o texto de Daniela Pereira de Carvalho é baseado em uma história real, ocorrida e noticiada em Salvador, Bahia.

“Como artista, me sinto realizado em perceber que a Arte que construímos tem despertado reflexões e que podem gerar ações concretas de mudança por uma sociedade mais justa e equilibrada, que contempla os interesses de uma coletividade para além do humano”, destaca Vandré Silveira.

A performance visceral de Vandré no espetáculo, que reflete sobre a igualdade entre os seres vivos, recebeu menções e indicações na cena teatral. Em janeiro de 2023, “A Hora do Boi” estreou no Poeirinha, cumpriu temporada no Teatro Municipal Sérgio Porto e foi eleito um dos melhores espetáculos pelo “Segundo Caderno”, do jornal “O Globo”. O espetáculo também foi indicado ao 34º Prêmio Shell pelo Figurino (Carlos Alberto Nunes) e ao 18º Prêmio APTR (Associação de Produtores de Teatro) pela Direção de Movimento (Paula Aguas e Toni Rodrigues). Em 2025, repetiu seus feitos, seguindo elogiado por plateias na temporada realizada no Teatro Domingos de Oliveira (Planetário da Gávea). E, em 2026, retornou para sua quarta temporada na cidade, no CCJF – Centro Cultural Justiça Federal, entre janeiro e fevereiro.

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“A Hora do Boi busca, a partir dessa relação entre homem e animal, trazer reflexões e uma possível mudança em nossas ações cotidianas em prol de maior sintonia, respeito e empatia entre todos os seres”, reflete Vandré, que foi buscar os escritos e histórias de São Francisco de Assis sobre a natureza dos seres vivos para dar sentido ao espetáculo.

Para o homem Francisco, nascido em Assis, na Itália, nos idos do Século XII, ninguém é suficientemente perfeito que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão. Francisco enxergava todos os seres vivos como igualmente importantes e tinha profunda relação com a natureza e os animais.

 

Seguindo com este ensinamento, a trama apresenta dois personagens: Seu Francisco e Chico, que estabelecem uma ligação afetiva de profunda empatia e amizade, sentimentos que põem em cheque toda a objetividade das funções de Seu Francisco, como um matador de bois. Apegado ao boi, Seu Francisco, apavorado, vê se aproximar a hora do abate de Chico – única criatura com a qual estabeleceu um vínculo na vida.

Seu Francisco nunca deixou de cumprir ordens. Manso e submisso, abateu centenas e centenas de cabeças de gado a mando dos patrões – sem sentir nada, nem refletir sobre seus atos. A amizade com Chico, entretanto, mudou sua vida. É alguém com significado. Ao seu lado, o boi Chico vive a agonia do condenado, injustamente, no corredor da morte, com a peculiaridade de amar o próprio algoz e depositar, nesse laço de afeto, esperanças de salvação.

Além dos palcos, o ator também celebra ótima fase no audiovisual. Ele está na novela “Quem Ama Cuida” como Edson, par romântico de Deborah Evelyn (Carmita), na TV Globo, e no remake de “Dona Beja”, no Max. Estão previstas as estreias, em 2027, de dois filmes da doutrina espírita, “Nosso Lar 3” e “Emmanuel”. Neste último, Vandré faz Paulo de Tarso, mentor espiritual de Chico Xavier. “Eu não conhecia a história dele. Foi uma figura que perseguia cristãos, era cruel, mas no meio do caminho para Damasco teve uma revelação, e isso o faz mudar o rumo de sua história, passando a espalhar o cristianismo. Isso me tocou profundamente, pensando na humanidade desse homem e o quanto ele nos ensina que sempre podemos fazer uma escolha melhor em busca da evolução”, conta Vandré.

 

SOBRE VANDRÉ SILVEIRA | ARGUMENTO, ATUAÇÃO E PRODUÇÃO: 

Em 2026, o ator está no ar atualmente na novela “Quem ama cuida” (TV Globo) e em “D. Beja” (Max), como o capitão Moacir, e aguarda o lançamento do filme “Nosso Lar 3 – Vida Eterna”, de Wagner de Assis, como Martinho. Ele também integra o elenco de “Emmanuel”, longa do mesmo diretor de “Nosso Lar”, sobre o guia de Chico Xavier, filmado no Rio de Janeiro e em fase de finalização. Formou-se no Curso Profissionalizante de Teatro da Fundação Clóvis Salgado (Cefart – Palácio das Artes) em Belo Horizonte, no ano de 2005.

No teatro, idealizou e protagonizou o monólogo Farnese de Saudade, dirigido por Celina Sodré, em 2012. O espetáculo sobre o artista plástico Farnese de Andrade, lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival Home Theatre (RJ), em 2014. O ator também assinou o texto e a cenografia do espetáculo/instalação, recebendo a indicação na categoria “Cenário” no 25º Prêmio Shell e levando o prêmio Questão de Crítica pela cenografia. Foi ainda indicado pela pesquisa do projeto, na categoria especial, no 2º Prêmio Questão de Crítica. Com a companhia aberta (RJ), idealizou a montagem do espetáculo “O Homem Elefante”, com direção de Cibele Forjaz e Wagner Antonio (2015) e deu vida ao protagonista John Merrick, conhecido como o “homem elefante”.

Atuou ainda nos espetáculos teatrais “A vida dela”, de Priscila Gontijo com direção de Delson Antunes (2016); “Vermelho Amargo”, com direção de Diogo Liberano (2014); “Momo e o Senhor do Tempo”, com direção de Cristina Moura (2013); “Céu sob chuva ou Botequim”, com direção de Antonio Pedro Borges (2013); “O menino que vendia palavras”, com direção de Cristina Moura (2012); “Dois jogos: Sete jogadores”, com direção de Celina Sodré (2011); “Trans Tchekhov”, com direção de Celina Sodré (2010); “Amor e Restos Humanos”, de Brad Fraser, com direção de Carlos Gradim (2005); e “Festa de Casamento”, com direção de Eid Ribeiro (2005).

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No cinema, atuou no curta “Bárbara”, de Carlos Gradim, e recebeu os Prêmios de Melhor Ator nos Festivais de Cinema: Primeiro Plano (Juiz de Fora, MG); Ibero-Americano de Cinema/Curta-SE (Sergipe); For Rainbow (Fortaleza, Ceará) e VI Festival de Cinema de Maringá (Paraná). Atuou também no longa “Rio Mumbai”, com direção de Pedro Sodré e Gabriel Mellin.

Na televisão, esteve no ar como Lázaro na novela “Jesus” (RecordTV, 2019). Em “A Dona do Pedaço” (TV Globo, 2019) deu vida ao advogado Dr. Tibério. Em 2023, participou da novela “Vai na Fé” (TV Globo) como o técnico de laboratório Antônio. Em 2024, fez parte da série “Reis – A divisão”, como o governador Josafá.

 

SOBRE ANDRÉ PAES LEME | DIRETOR

Doutor em Estudos Artísticos na especialidade de Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa e Graduado em Artes Cênicas na especialidade de Direção Teatral pela UNIRIO, onde leciona desde 1999, já encenou mais de 50 espetáculos, entre peças de teatro, óperas e concertos musicais. Em 2019, em Portugal, estreou “Dois perdidos numa noite suja”, de Plínio Marcos, e mais recentemente, “Miguel e Los Angeles”, espetáculo circense realizado com a Escola do Chapitô, no Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa. Em 2018, no Brasil, encenou “Agosto”, texto premiado de Tracy Lettes (destaque no RJ e SP); e também a ópera “O Matrimónio Secreto”, de Domenico Cimarosa. Em 2010, recebeu o Prêmio APTR/2010 de melhor direção pelo espetáculo “Hamelin”, de Juan Mayorga.

 

SOBRE DANIELA PEREIRA DE CARVALHO | AUTORA

Dramaturga premiada, é formada atriz pela CAL (Casa de Arte das Laranjeiras) e em Teoria do Teatro, com Mestrado em Artes Cênicas pela UniRio. Escreveu seus primeiros textos como dramaturga para a companhia teatral “Os Dezequilibrados”. A partir de 2005, escreveu peças que lhe renderam importantes prêmios e reconhecimento da crítica. Destaque para: “Assassinato em série”, “Tudo é permitido” (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2005), “Não existem níveis seguros para consumo destas substâncias” (vencedor do Prêmio APTR 2006 de Melhor Autor e indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2006), “Renato Russo – o musical” (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto em 2006), “Por uma vida um pouco menos ordinária” (indicada ao Prêmio Shell São Paulo de Melhor Texto e Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2007), “Um certo Van Gogh” (indicada ao Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2009), “Tom & Vinícius – o musical”, “As próximas horas serão definitivas” (indicado ao Prêmio Contigo de Teatro de Melhor Texto em 2011), “Tubarões” e “Memórias do Esquecimento”. Recentemente, esteve em cartaz com o espetáculo “A Revolução dos Bichos”, com direção de Bruce Gomlevsky.

 

SINOPSE “A HORA DO BOI”

História sobre empatia entre seres vivos, quando um homem sem afetos cria laços de amor com um boi. Tratador e capataz de matadouro que se encontra numa encruzilhada ao criar grande relação de amizade e afeto com o boi Chico, nascido por suas mãos e criado por ele como um filho.

 

FICHA TÉCNICA 

Texto: Daniela Pereira de Carvalho

Idealização e Atuação: Vandré Silveira

Direção: André Paes Leme

Assistência de Direção e Direção de Movimento: Paula Aguas e Toni Rodrigues

Cenografia e Figurinos: Carlos Alberto Nunes

Cenógrafa e Figurinista assistente: Arlete Rua

Confecção de figurino: Ateliê Bruta Flor

Iluminação: Renato Machado e Anderson Ratto

Trilha Sonora: Lucas de Paiva

Preparação Vocal: Claudia Elizeu

Design Gráfico: Raquel Alvarenga

Fotografias: Bob Sousa

Operação de Luz: Jésus Lataliza

Operação de Som: Luciano Albuquerque (Maninho)

Voz em off: Claudio Gabriel

Assessoria de Imprensa: Fábio Gomides – A Dupla Informação

Produção executiva: Márcia Andrade

Direção de Produção: Sandro Rabello

Realização: Oriente Produções e Diga Sim Produções

NAS REDES SOCIAIS: @ahoradoboiteatro @vandresilveira

 

SERVIÇO

 “A Hora do Boi”, com Vandré Silveira

Datas: 07 a 31 de agosto, sexta a segunda Horário: 19h

Local: Teatro II – Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte

Endereço: Praça da Liberdade, 450 – Funcionários

Ingressos: R$15 (meia) e R$30 (inteira), disponíveis a partir de 29/07 (quarta-feira), no site ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH.

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

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Boticário estima alta de 45% em vendas no e-commerce para o Dia dos Pais

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Busca por praticidade, valor percebido e presentes mais completos deve impulsionar as vendas na data, marcada pelo comportamento de compra de última hora de 51% dos consumidores, segundo pesquisa interna

 

Acompanhando o movimento de varejo nacional, o Boticário projeta um crescimento de 12% nas vendas de presenteáveis para o Dia dos Pais e aponta a liderança do e-commerce entre seus canais, com alta de 45% das vendas, em comparação ao mesmo período de 2025. Analisando as mudanças comportamentais dos consumidores que buscam por opções cada vez mais práticas, personalizadas e que agregam valor por meio de experiências, a marca estima vender mais de 2 milhões de presentes do seu portfólio em todo o país.

A estratégia para a data foi desenvolvida com base nas tendências de consumo e os hábitos adotados pelos consumidores que têm apostado em soluções completas como kits prontos ou personalizados, embalagens sofisticadas e outras combinações que transformam o ato de presentear em uma oportunidade para incentivar o autocuidado. Pensando nesse contexto, os kits presenteáveis ganham protagonismo dos consumidores ao representar 85% da meta de vendas da marca para a data comemorativa.

“Os kits em edição limitada estão entre as principais alavancas para a data, além dos combos que projetamos um crescimento de 9%. Esta performance reflete a crescente busca por soluções que ofereçam conveniência, praticidade, custo-benefício permitindo ao consumidor encontrar presentes completos sem abrir mão da praticidade”, explica Paulo Roseiro, diretor-executivo de Perfumaria, DEOs e Presentes do Grupo Boticário.

Outro comportamento destacado nas compras realizadas às vésperas do Dia dos Pais. Segundo a pesquisa interna realizada pelo Boticário, 51% das pessoas adquirem os presentes a poucos dias da celebração, enquanto 30% se programa para comprar com mais antecedência. “Este movimento reforça a importância de uma estratégia omnicanal robusta, capaz de oferecer conveniência, disponibilidade de estoque e rapidez na entrega”, observa Roseiro.

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Quando olhamos para as tendências de consumo, o estudo ainda indica que 72% das compras são representadas pelo público feminino. Ao trazer um recorte geracional liderado pela Geração Z,  a marca mapeou que 33% prefere realizar as compras nos canais digitais.

 

Para todos os gostos e bolsos 

Com o objetivo de alcançar os diferentes perfis de pais, o Boticário preparou uma curadoria especial que reúne algumas das principais marcas do portfólio como Malbec, Zaad, The Blend Clash, com kits e combos a partir de R$54,90. Neste ano a marca também amplia a oferta de opções ao incluir nos kits montados  as fragrâncias Zaad Intense  e Coffee Man Addictive, e itens complementares como shower gel e body splash.

Outra novidade para o período é o Crie o Seu Presente, uma iniciativa que convida o consumidor a personalizar o seu kit de acordo com os itens selecionados, permitindo criar combinações de acordo com o estilo do presenteado. O programa também oferece um desconto progressivo:  na compra de dois itens, o cliente tem 20% de desconto; a partir de três itens, o benefício chega a 25%.

“Mais do que um produto, o consumidor está cada vez mais atento ao valor simbólico do presente.  Por isso, investimos em uma curadoria que combina perfumaria de alta qualidade em composições exclusivas que contemplam vantagem financeira em comparação à compra de itens avulsos, embalagem pronta para presente e ampla disponibilidade por meio de lojas físicas, e-commerce e consultoras de venda direta”, conclui o diretor-executivo.

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Reconhecida como a marca preferida para presentear*, o Boticário aposta na combinação entre inovação, conveniência e relevância emocional para fortalecer sua liderança na data e atender às novas expectativas dos consumidores.

 

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros** foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada* de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.

Fontes:     
*Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.
**Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem; 

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