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Dez livros essenciais que todo líder deveria ter na cabeceira

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Da “Bíblia Sagrada” ao “Pense de Novo”, algumas obras podem ser a base para um líder exercer o melhor de si mesmo

 

Enquanto 81% dos brasileiros usam o tempo livre para navegar na internet, como mostra a 6ª edição da obra Retratos da Leitura no Brasil que foi produzida e distribuída pelo Instituto Pró-Livro, apenas 20% usa as horas vagas para ler um bom livro. O hábito da leitura, apesar de negligenciado pela maioria esmagadora da sociedade, é essencial para quem deseja se desenvolver na vida pessoal e profissional, sendo indispensável para gestores.

A Literatura clássica e contemporânea, a fantasia e a biografia, assim como tantos outros tantos gêneros possuem riquezas infinitas, e não podem ficar ausentes da vida de um bom líder. Assim como livros especializados também são indispensáveis para gestores que buscam aprendizado contínuo.

Rubens Berredo, consultor em gestão e em desenvolvimento humano, acredita que através da leitura um líder possa explorar novas possibilidades e crescer, como sua posição pede. Ele selecionou dez obras indispensáveis para quem lidera.

1 – Bíblia Sagrada

A Bíblia Sagrada, ao longo das suas centenas de páginas, possui ensinamentos que são base para um líder, sendo formador de caráter, sabedoria, ética, propósito e liderança servidora.

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2 – Liderança como Estilo de Vida (Rubens Berredo)

Rubens Berredo escreveu o seu próprio livro para gestores: “Liderança como Estilo de Vida”. Trata-se de um guia para desenvolver a liderança como uma forma de viver, integrando credibilidade, gestão, engajamento de equipes e resultados acima da média.

3 – A Vantagem (Patrick Lencioni)

“A Vantagem”, de Patrick Lencioni, é um livro que explica como a verdadeira liderança é uma clareira na noite escura. Basicamente, o livro mostra como uma execução bem consistente gera vantagens competitivas e sustentáveis – e ter uma performance sustentável é uma vantagem para ser mantida.

4 – Os Primeiros 90 Dias (Michael D. Watkins)

“Os Primeiros 90 Dias”, de Michael D. Watkins, ensina como assumir novos desafios de liderança com rapidez, evitando erros comuns e acelerando resultados desde o início. É um livro muito bacana para quem quer realmente ter uma gestão de excelência.

5 – O Código da Cultura (Daniel Coyle)

“O Código da Cultura”, de Daniel Coyle, trabalha como construir equipes de alta performance. Ele mostra como se constrói equipes de alta performance por meio da confiança, colaboração e com uma cultura forte.

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6 – Avalie o que importa (John Doerr)

“Avalie o que Importa”, de John Doerr, representa a metodología OKR para definir prioridades, acompanhar metas e transformar estratégia em resultados – uma das grandes dores dos gestores da atualidade.

7 – Multiplicadores (Liz Wiseman)

“Multiplicadores”, de Liz Wiseman, explora o conceito de como bons líderes conseguem desenvolver o potencial das pessoas, enquanto um péssimo líder tem a capacidade de diminuir o potencial de qualquer um.

8 – Pense de Novo (Adam Grant)

Além de funcionar para qualquer pessoa, “Pense de Novo”, do Adam Grant ensina com bom humor como um líder precisa desenvolver a flexibilidade mental e manter um aprendizado contínuo para prosperar e fazer todos a sua volta crescerem juntos.

9 – O Jogo Infinito (Simon Sinek)

O “Jogo Infinito”, escrito por Simon Sinek, mostra que a liderança é orientada por propósito e sustentabilidade, e vai ensinar esse caminho para aqueles líderes que estão abertos a aprender.

10 – Sinceridade Radical (Kim Scott)

O livro do Kim Scott, “Sinceridade Radical”, pretende ensinar aos líderes que é possível criar um ambiente corporativo mais humano, pautado no feedback e no desenvolvimento de pessoas.

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Banco Adaptativo: o modelo que pode ajudar empresas do Brasil e América Latina a crescer sem comprometer a operação

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Novo Relatório de Banco Adaptativo da Galileo mostra que, embora 80% das empresas considerem os serviços financeiros em tempo real um gerador de receita, quase 70% ainda enfrentam atrasos superiores a seis meses para lançar novos produtos devido a limitações em sistemas de fraude e risco

 

A Galileo Financial Technologies, plataforma tecnológica da SoFi Technologies (NASDAQ: SOFI), divulga os resultados de seu mais recente estudo: o Relatório de Banco Adaptativo da Galileo. A pesquisa ouviu 337 CIOs e CTOs de empresas do Brasil, do México, da Colômbia e da Argentina e aponta uma mudança importante no setor financeiro latino-americano: a velocidade das transações deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser apenas um requisito básico para operar.

Após uma década de avanços impulsionados pelos pagamentos instantâneos, com iniciativas como o Pix no Brasil, o SPEI no México, o Bre-B na Colômbia e as Transferências 3.0 na Argentina, a velocidade deixou de ser um dos principais pontos de atrito para clientes. Hoje, apenas 8% dos entrevistados apontam a rapidez dos pagamentos e transações como sua principal preocupação no dia a dia.

 

O desafio agora é a capacidade de crescer, lançar novos produtos e responder rapidamente às demandas do mercado sem perder eficiência, controle operacional ou relevância para o cliente. Para enfrentar esse cenário, a Galileo propõe o conceito de Banco Adaptativo, definido como a capacidade de ajustar continuamente infraestrutura, processos de decisão e experiências do cliente em tempo real, mantendo segurança e governança operacional.

O estudo revela uma desconexão crítica entre a tecnologia de pagamentos e a capacidade de inovação das empresas:

  • Fraude e risco são os principais obstáculos para inovação: Para 45,7% das empresas, os sistemas de fraude e risco representam o principal obstáculo para alavancar suas operações. Além disso, 39,2% afirmam que essas mesmas estruturas são a maior barreira para acelerar a inovação.
  • Lançamento de produtos ainda é lento: Apesar de atuarem em economias cada vez mais digitais, 69,1% das organizações levam mais de seis meses para lançar um novo produto financeiro.
  • Uso desigual de dados em tempo real: Enquanto 84,3% das empresas utilizam dados em tempo real para prevenção de fraudes e segurança, apenas 61,1% empregam essa mesma capacidade para oferecer suporte proativo aos clientes.
  • Personalização ainda avança devagar: Mais da metade das empresas (57,7%) demora mais de três meses para implementar atualizações de funcionalidades baseadas no feedback dos usuários, criando uma lacuna que concorrentes mais ágeis podem aproveitar.
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“Os dados revelam um paradoxo claro: as empresas já operam com pagamentos em tempo real, mas muitas ainda tomam decisões, lançam produtos e respondem aos clientes por meio de processos concebidos para outra era. A adaptação contínua precisa se tornar uma capacidade central dos negócios”, comenta Abdul Assal, líder de desenvolvimento de negócios da Galileo para Brasil e Colômbia.

Um dos resultados mais relevantes do estudo mostra que a capacidade de adaptação está avançando mais rapidamente em alguns setores fora do mercado financeiro tradicional. Empresas de Viagens e Hospitalidade, por exemplo, lideram em capacidade de resposta ao cliente: 78,9% utilizam dados em tempo real para ativar ações de suporte, um índice que representa mais do que o dobro do registrado entre instituições financeiras tradicionais (38,5%).

Já o varejo se destaca pelo uso de Inteligência Artificial para personalizar programas de recompensas e benefícios, demonstrando um interesse quase cinco vezes maior do que o observado entre bancos tradicionais.

 

Destaques por país

Brasil e México lideram em adoção, mas enfrentam desafios diferentes

O Brasil aparece como o mercado mais adaptativo da região. Segundo o levantamento, 82,6% das empresas brasileiras consideram os serviços financeiros em tempo real uma fonte direta de geração de receita.

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O país também lidera em práticas de implantação contínua: uma em cada quatro empresas testa e lança novos serviços constantemente, enquanto 63% afirmam ter confiança de que sua infraestrutura conseguiria escalar permanentemente em apenas sete dias.

O México, por sua vez, apresenta o maior entusiasmo em relação às tecnologias em tempo real. Entre os entrevistados, 90,9% afirmam que esses serviços impulsionam significativamente o crescimento da receita.

Por outro lado, o país enfrenta o maior desafio regional relacionado à fraude e ao risco: 52,7% apontam essas restrições como a principal barreira para acelerar a inovação.

 

Colômbia e Argentina convivem com maior fricção operacional

A Colômbia é o país que demonstra maior dificuldade operacional. Cerca de 80,2% das organizações levam mais de seis meses para lançar um novo produto, enquanto 69,1% afirmam estar limitadas por sistemas internos rígidos e pouco flexíveis.

Na Argentina, embora as empresas contem com sistemas mais estáveis e integrados, o tempo de chegada ao mercado é o mais longo da região: 87,2% levam mais de seis meses para lançar um novo produto.

O país também apresenta dificuldades na personalização de ofertas. Segundo o estudo, 73,4% das empresas demoram mais de três meses para desenvolver soluções voltadas a novos segmentos de clientes, contra apenas 17,4% das empresas brasileiras.

“Cada mercado da América Latina enfrenta desafios específicos, mas existe uma necessidade comum: construir organizações capazes de responder com a mesma velocidade com que hoje circulam o dinheiro, os dados e as expectativas dos consumidores. Essa é a essência do banco adaptativo”, finaliza Assal.

Esse é o link para acessar o estudo completo: https://drive.google.com/file/d/1PgkXaDmS1HXFfM7-wRM6pWKa0z-V7gyO/view

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