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Nem a Copa escapa: medo da imigração nos EUA já afasta turistas estrangeiros

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A realização da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos deveria representar um dos maiores impulsos econômicos da década para o país. A expectativa é de bilhões de dólares movimentados pelo turismo internacional, além do aumento expressivo na circulação de estrangeiros durante o evento. Mas um novo fenômeno começa a preocupar especialistas, onde os turistas estão com medo da imigração americana, e acabam reconsiderando viagens ao país, inclusive para assistir à Copa.

Nos últimos meses, relatos sobre abordagens rigorosas em aeroportos, fiscalização de celulares, aumento de interrogatórios na imigração e casos de barramento mesmo com visto válido passaram a circular com força nas redes sociais e na imprensa internacional. O cenário é o que provoca a insegurança em estrangeiros que planejavam viajar aos EUA, especialmente em um momento de endurecimento do discurso migratório no país.

Mas afinal, o medo é exagero ou realmente existem riscos para turistas brasileiros e estrangeiros? E mais, o que pode levar alguém a ser barrado na imigração americana mesmo estando aparentemente com toda a documentação correta?

Para o advogado especialista em imigração Diego Felis Sales, o problema vai além da burocracia migratória tradicional e já começa a impactar o comportamento de turistas, estudantes e até investidores internacionais.

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“A imigração americana deixou de ser vista apenas como um processo burocrático e passou a gerar receio real em parte dos estrangeiros. Hoje, muitos turistas têm dúvidas sobre até onde vai a fiscalização e o que pode ser interpretado como inconsistência na entrada no país”, explica.

Diego também explica que alguns comportamentos aparentemente simples podem acender alertas durante a entrada nos Estados Unidos.  Então, para identificar se sua viagem aos EUA pode estar em risco, procure responder a essas perguntas:

Sua viagem é compatível com o tipo de visto emitido?

Você consegue comprovar financeiramente sua permanência no país?

O tempo da viagem faz sentido para o objetivo informado?

Há mensagens, contatos ou informações no celular que possam contradizer o motivo da viagem?

Você já ficou mais tempo do que o permitido em viagens anteriores?

Sua hospedagem e roteiro estão claros?

Existe qualquer indício de intenção de trabalho irregular nos EUA?

“Ter o visto aprovado não significa entrada garantida. A decisão final acontece na imigração, no momento do desembarque”, alerta Sales.

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Outro ponto que tem gerado apreensão é a possibilidade de inspeção de dispositivos eletrônicos durante a entrada no país. Embora o procedimento não seja aplicado em todos os passageiros, ele pode acontecer em situações específicas, principalmente quando agentes identificam inconsistências nas informações apresentadas pelo viajante.

Segundo o advogado, muitas pessoas ainda desconhecem que conversas, e-mails, currículos ou mensagens relacionadas a trabalho informal podem gerar suspeitas migratórias dependendo do contexto. “O maior erro é acreditar que a imigração avalia apenas documentos. Hoje existe uma análise comportamental muito mais ampla”, afirma.

Com isso, especialistas apontam que a preocupação em torno da imigração americana já ultrapassa o campo jurídico e começa a influenciar diretamente decisões de turismo, intercâmbio e negócios internacionais. Em meio à expectativa pela Copa do Mundo de 2026, o aumento da sensação de insegurança entre estrangeiros pode representar um desafio para os próprios Estados Unidos, que tentam consolidar sua imagem como principal destino global para grandes eventos e oportunidades econômicas.

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Volta às aulas: por que o segundo semestre pode ser a oportunidade ideal para começar ou retomar a graduação

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Reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, explica como o segundo semestre pode ser um momento estratégico para quem deseja ingressar no ensino superior ou retomar os estudos

Com o início do segundo semestre letivo para milhares de estudantes da rede pública, muitas pessoas também passam a considerar a possibilidade de iniciar ou retomar a graduação. O período costuma representar uma nova oportunidade para quem adiou os estudos por questões financeiras, profissionais ou pessoais e agora busca qualificação para ampliar as oportunidades no mercado de trabalho.

Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, o segundo semestre costuma ser um momento de reorganização de planos e definição de novos objetivos.

“Muitas pessoas enxergam o início do ano como o momento ideal para começar uma graduação, mas o segundo semestre também representa uma excelente oportunidade. É um período em que muitos reavaliam metas profissionais e pessoais e decidem investir na própria formação para conquistar melhores oportunidades.”

Além da possibilidade de ingresso em diversos cursos, iniciar a graduação na metade do ano permite que o estudante aproveite processos seletivos, programas de bolsas e diferentes modalidades de ensino, facilitando o acesso ao ensino superior.

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Segundo Claudine, o mais importante é não adiar o projeto de formação por acreditar que existe um momento “perfeito” para começar.

“Esperar o próximo ano pode significar adiar sonhos e oportunidades. Cada semestre representa um novo ciclo de aprendizagem. O importante é iniciar o quanto antes e construir uma trajetória acadêmica consistente, respeitando a realidade e os objetivos de cada estudante.”

Outro desafio enfrentado por quem pretende voltar a estudar é conciliar a rotina acadêmica com trabalho, família e outras responsabilidades. Nesse cenário, planejamento e organização tornam-se fatores essenciais para garantir a permanência na graduação.

Para a especialista, escolher uma instituição que ofereça apoio acadêmico e flexibilidade também contribui para o sucesso do estudante.

“Hoje o ensino superior oferece diferentes formatos e metodologias que permitem ao aluno organizar sua rotina sem abrir mão da qualidade da formação. Com planejamento e disciplina, é possível conciliar os estudos com outras responsabilidades e concluir a graduação com êxito.”

 

A reitora destaca ainda que a qualificação profissional continua sendo um diferencial importante em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, especialmente diante das transformações provocadas pela tecnologia e pelas novas exigências das empresas.

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“Investir na educação é investir em possibilidades. A graduação amplia conhecimentos, desenvolve competências e prepara o estudante para enfrentar os desafios do mercado de trabalho com mais segurança e competitividade.”

Para Claudine Fernandes, o segundo semestre deve ser encarado como uma nova oportunidade de crescimento pessoal e profissional.

“Nunca é tarde para começar ou recomeçar. O passo mais importante é tomar a decisão de investir na própria formação. A educação continua sendo um dos caminhos mais sólidos para transformar vidas e construir novas oportunidades.”

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