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Volta às aulas: por que o segundo semestre pode ser a oportunidade ideal para começar ou retomar a graduação

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Reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, explica como o segundo semestre pode ser um momento estratégico para quem deseja ingressar no ensino superior ou retomar os estudos

Com o início do segundo semestre letivo para milhares de estudantes da rede pública, muitas pessoas também passam a considerar a possibilidade de iniciar ou retomar a graduação. O período costuma representar uma nova oportunidade para quem adiou os estudos por questões financeiras, profissionais ou pessoais e agora busca qualificação para ampliar as oportunidades no mercado de trabalho.

Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, o segundo semestre costuma ser um momento de reorganização de planos e definição de novos objetivos.

“Muitas pessoas enxergam o início do ano como o momento ideal para começar uma graduação, mas o segundo semestre também representa uma excelente oportunidade. É um período em que muitos reavaliam metas profissionais e pessoais e decidem investir na própria formação para conquistar melhores oportunidades.”

Além da possibilidade de ingresso em diversos cursos, iniciar a graduação na metade do ano permite que o estudante aproveite processos seletivos, programas de bolsas e diferentes modalidades de ensino, facilitando o acesso ao ensino superior.

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Segundo Claudine, o mais importante é não adiar o projeto de formação por acreditar que existe um momento “perfeito” para começar.

“Esperar o próximo ano pode significar adiar sonhos e oportunidades. Cada semestre representa um novo ciclo de aprendizagem. O importante é iniciar o quanto antes e construir uma trajetória acadêmica consistente, respeitando a realidade e os objetivos de cada estudante.”

Outro desafio enfrentado por quem pretende voltar a estudar é conciliar a rotina acadêmica com trabalho, família e outras responsabilidades. Nesse cenário, planejamento e organização tornam-se fatores essenciais para garantir a permanência na graduação.

Para a especialista, escolher uma instituição que ofereça apoio acadêmico e flexibilidade também contribui para o sucesso do estudante.

“Hoje o ensino superior oferece diferentes formatos e metodologias que permitem ao aluno organizar sua rotina sem abrir mão da qualidade da formação. Com planejamento e disciplina, é possível conciliar os estudos com outras responsabilidades e concluir a graduação com êxito.”

 

A reitora destaca ainda que a qualificação profissional continua sendo um diferencial importante em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, especialmente diante das transformações provocadas pela tecnologia e pelas novas exigências das empresas.

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“Investir na educação é investir em possibilidades. A graduação amplia conhecimentos, desenvolve competências e prepara o estudante para enfrentar os desafios do mercado de trabalho com mais segurança e competitividade.”

Para Claudine Fernandes, o segundo semestre deve ser encarado como uma nova oportunidade de crescimento pessoal e profissional.

“Nunca é tarde para começar ou recomeçar. O passo mais importante é tomar a decisão de investir na própria formação. A educação continua sendo um dos caminhos mais sólidos para transformar vidas e construir novas oportunidades.”

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Casais homoafetivos ampliam procura por programas de gestação por substituição no exterior

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Avanços na reprodução assistida e maior segurança jurídica em alguns países ampliam as possibilidades de exercício da parentalidade

 

A procura de casais homoafetivos por programas de gestação por substituição no exterior tem crescido nos últimos anos. O movimento acompanha os avanços das técnicas de reprodução assistida, a existência de países com regulamentação específica para esse tipo de programa e a ampliação das possibilidades de exercício da parentalidade por diferentes configurações familiares.
Segundo a Tammuz Family, empresa especializada no acompanhamento internacional desses programas, cada vez mais famílias buscam essa alternativa para concretizar o projeto de ter filhos com vínculo genético com um dos futuros pais.
“Temos percebido um crescimento na procura por programas de gestação por substituição entre casais homoafetivos. Cada vez mais famílias encontram nesses programas uma possibilidade concreta de realizar o projeto da parentalidade”, afirma Ana Paula Del Padre, representante da Tammuz Family no Brasil.
Como a legislação varia de acordo com o país onde o programa será realizado, uma das primeiras etapas é definir o destino mais adequado às necessidades da família. A escolha leva em consideração aspectos médicos, jurídicos e administrativos.
Após essa definição, são selecionadas a doadora de óvulos e a gestante, ambas submetidas a avaliações médicas, psicológicas e jurídicas. Em seguida, é realizada a fertilização in vitro e, durante toda a gestação, a família recebe acompanhamento especializado. Depois do nascimento, são conduzidos os procedimentos necessários para o reconhecimento da filiação e a emissão da documentação da criança.
“O processo exige acompanhamento desde as primeiras etapas. Após a escolha do país, são definidas a doadora de óvulos e a gestante. Depois da fertilização e da gestação, são realizados os procedimentos legais para reconhecer a filiação e permitir que a família retorne ao Brasil com segurança”, explica Ana Paula.
Parentalidade começa antes do nascimento
Além dos aspectos médicos e jurídicos, a possibilidade de acompanhar todas as etapas do processo permite que os futuros pais participem ativamente da construção da família desde o planejamento da gestação.
Com o desenvolvimento da reprodução assistida e a regulamentação desses programas em alguns países, casais homoafetivos passaram a contar com novas possibilidades para exercer a parentalidade.
“Hoje, esses casais podem participar da experiência da parentalidade desde o planejamento da gestação. Essa possibilidade amplia as formas de constituição familiar e reconhece o desejo legítimo de construir uma família”, destaca Ana Paula Del Padre.
Segundo a representante da Tammuz Family, a experiência reforça que uma família é construída por meio do cuidado, da responsabilidade, do compromisso e dos vínculos estabelecidos entre pais e filhos.
“Participar de todas as etapas do processo torna essa experiência ainda mais significativa para os futuros pais, que acompanham de perto a construção da própria história familiar”, acrescenta.
Acompanhamento jurídico garante mais segurança ao processo
Para famílias brasileiras que realizam programas de gestação por substituição no exterior, o acompanhamento jurídico é fundamental para que todas as etapas ocorram de forma organizada e em conformidade com a legislação do país escolhido e com as exigências brasileiras.
A orientação especializada começa ainda na fase de planejamento e segue até o retorno da família ao Brasil, incluindo o reconhecimento da filiação e a emissão dos documentos da criança.
“O acompanhamento jurídico permite que a família conheça previamente cada etapa do processo e tenha mais tranquilidade durante toda a jornada. Nosso trabalho é orientar os futuros pais e garantir que os procedimentos estejam alinhados às regras do país escolhido e às exigências brasileiras”, explica Larissa Mocellin Vaz, representante da área jurídica da Tammuz Family.
Após o nascimento, a família recebe orientação para a conclusão dos procedimentos documentais necessários antes do retorno ao Brasil.
“Quando o processo é planejado desde o início, os futuros pais podem viver esse momento com mais segurança e concentrar suas atenções na chegada da criança e na construção da nova rotina familiar”, afirma Larissa.
O crescimento da procura por programas de gestação por substituição no exterior acompanha a evolução das técnicas de reprodução assistida e a ampliação das possibilidades de acesso à parentalidade. Para especialistas, planejamento médico, orientação jurídica e acompanhamento durante todas as etapas são fatores essenciais para oferecer segurança às famílias e garantir que todo o processo ocorra de acordo com a legislação vigente.
Foto: Divulgação

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