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Primeiro vocalista do AC/DC, Dave Evans se apresenta em Brasília no Galpão 17

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Pioneiro da história de uma das maiores bandas de rock do mundo, músico australiano sobe ao palco no dia 11 de setembro durante as comemorações de oito anos da casa

 

Uma das vozes que ajudaram a escrever os primeiros capítulos da história do AC/DC desembarca em Brasília. Dave Evans, primeiro vocalista da banda australiana, se apresenta no Galpão 17 no dia 11 de setembro, em uma das principais atrações da programação especial que celebra os oito anos da casa brasiliense.

Evans ocupou os vocais do AC/DC em seu período inicial e participou do primeiro single oficial da história do grupo, “Can I Sit Next to You Girl”, lançado em 1974 ao lado de “Rockin’ in the Parlour”. A gravação aconteceu nos estúdios da EMI, em Sydney, com produção de George Young e Harry Vanda.

A passagem pelo AC/DC colocou o cantor no início de uma trajetória que transformaria o grupo australiano em um dos maiores nomes do rock mundial. “Can I Sit Next to You Girl”, inclusive, permaneceu na história da banda e ganhou posteriormente uma nova gravação, já com Bon Scott nos vocais, aparecendo em discos como T.N.T. e High Voltage.

Em carreira solo, Dave Evans mantém viva a ligação com o hard rock e leva aos palcos um repertório que revisita sua trajetória e a sonoridade que marcou o início do AC/DC. “Can I Sit Next to You Girl” e “Rockin’ in the Parlour” têm lugar especial nessa história por serem justamente as duas faixas registradas pelo cantor com a banda australiana.

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A apresentação em Brasília ganha ainda mais significado por integrar as comemorações de oito anos do Galpão 17, espaço que construiu sua trajetória com forte ligação com o rock, o motociclismo e a cultura brasiliense.

“Receber o Dave Evans justamente na comemoração dos oito anos é muito simbólico para o Galpão 17. Estamos falando de um artista que participou do nascimento de uma das maiores bandas da história do rock. É uma oportunidade de o público de Brasília estar perto de um personagem que viveu essa história desde o começo”, explica Maurício Mercado, sócio do Galpão 17.

 

Oito anos de Galpão 17

Criado em 2018, o Galpão 17 transformou um espaço originalmente pensado para fins industriais em um ponto de encontro para apaixonados por música, motociclismo e cultura. Ao longo dos anos, a casa recebeu artistas, bandas e diferentes projetos, consolidando-se como um dos espaços ligados ao rock na capital.

A programação de aniversário continua no dia seguinte. Em 12 de setembro, será a vez da banda Camisa de Vênus subir ao palco, ampliando a celebração com um dos nomes tradicionais do rock brasileiro.

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Serviço

8 anos do Galpão 17

Data: 11 e 12 de setembro

Local: Galpão 17

Programação: 11/09 – Dave Evans, Zero10 e DJ Wendel Souza

12/09 – Camisa de Vênus, Detrito Federal e Dj Wellinton

Ingressos: https://galpao17df.com.br/eventos/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAZnRzaAT73-NwZG9mAmZkaWQWUNOjR4aHGdME9LgFwNYdmICXTBwPwWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDzEyNDAyNDU3NDI4NzQxNAABp_gT0BfZ93tPHKZMkG5Ql8yuewViHJSZDyNNzuVrLwb3JghsWPMcFppmcdKT_aem_5dksDD2GFLErCL6AnBgDZg

@galpao17df

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Cavidade Escura estreia na Unipaz com dança, ancestralidade e imersão no corpo feminino

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Espetáculo de dança contemporânea terá duas sessões gratuitas e integra projeto que reúne circulação, rodas de conversa, ações formativas

O corpo feminino como território de origem, memória, ancestralidade e transformação está no centro de Cavidade Escura, espetáculo que estreia no dia 13 de setembro, na Unipaz, no Park Way, com duas sessões, às 14h e às 16h. Com direção, coreografia e atuação de Ju Maluf, a obra propõe uma experiência instalativa de dança contemporânea que aproxima movimento, luz, som, água e matéria para investigar os ciclos da vida e aquilo que o corpo carrega antes mesmo da construção da identidade.

As duas apresentações serão gratuitas e contarão com audiodescrição e interpretação em Libras. Entre as sessões, às 15h, o público será convidado para um piquenique, ampliando o tempo de convivência e troca em torno da experiência artística.

Em Cavidade Escura, o útero é tomado como uma primeira arquitetura do corpo, espaço simbólico a partir do qual a obra percorre a formação da vida, da divisão celular à morte. Nesse percurso, o sangue aparece como elemento de passagem e conexão entre gerações, atravessando dimensões como nascimento, menstruação, violência, ancestralidade e sagrado.

Inspirada pelo conceito de Fluxo de Rudolf Laban e também pelos ciclos menstruais, a criação investiga um corpo em permanente transformação. Memória, trauma, afeto e herança surgem não apenas como ideias, mas como forças que atravessam e constituem esse corpo.

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A proposta é aproximar processos biológicos e dimensões simbólicas por meio da dança. Mais do que assistir a uma narrativa, o público é convidado a atravessar uma experiência sensorial sobre origem, matéria e memória.

Projeto amplia experiência para além do palco

A estreia na Unipaz abre uma circulação que prevê seis apresentações em diferentes territórios do Distrito Federal. Depois do Park Way, Cavidade Escura segue para o Gama, onde será apresentado no Espaço Semente Cia de Teatro nos dias 30 e 31 de outubro. O projeto também prevê duas apresentações fechadas em escolas públicas de Santa Maria.

A circulação é acompanhada por ações que procuram prolongar o diálogo despertado pelo espetáculo. Após três apresentações será realizada uma roda de conversa de 20 a 30 minutos sobre o processo criativo, criando um espaço de escuta e aproximação entre artista e público.

Também estão previstos três aulões de dança contemporânea e expressão corporal em escolas, além da produção de um minidocumentário e de uma videodança. O projeto contempla ainda dez atendimentos psicológicos, ampliando sua abordagem para além da criação e circulação artística e estabelecendo conexões entre corpo, expressão, reflexão e cuidado. A agenda dessas atividades está em construção e será divulgada em breve pelo instagram do grupo @corpoavess0.

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Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto articula criação artística, circulação, acessibilidade, formação e diálogo com diferentes públicos.

Serviço

Cavidade Escura — estreia na Unipaz

Data: 13 de setembro
Local: Unipaz – Park Way
1ª sessão: 14h
Piquenique: 15h
2ª sessão: 16h
Acessibilidade: audiodescrição e interpretação em Libras nas duas sessões
Classificação indicativa: 18 anos
Ingressos: gratuitos pelo Sympla, link na bio do Instagram
Mais informações: @corpoavess0

Cavidade Escura — Gama

Local: Espaço Semente Cia de Teatro – Gama
30 de outubro: 15h – sessão com interpretação em Libras. Classificação indicativa: Livre.
31 de outubro: 19h30 – sessão com audiodescrição e interpretação em Libras. Classificação indicativa: 18 anos

Direção, coreografia e elenco: Ju Maluf
Realização: projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC-DF

Mais informações: @corpoavess0

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