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Genebra Seguros promove encontro sobre IA

Evento Genebra Seguros discute uso da Inteligência Artificial no Direito em Porto Alegre. Advogados e lawtechs se reúnem para explorar os riscos e oportunidades da IA na área jurídica. Palestras abordam introdução à IA na advocacia, questões éticas, preparação para o futuro e benefícios da tecnologia. O encontro serve como preparação para a conferência AB2L Lawtech Experience 2023. Inscrições limitadas

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Genebra Seguros promove encontro sobre IA

Os riscos e oportunidades existentes na jornada da utilização da Inteligência Artificial no universo jurídico serão destacados durante evento promovido pela Genebra Seguros, em Porto Alegre (RS). O encontro gratuito e destinado para advogados e lawtechs acontece no próximo dia 29 de junho, a partir das 17h30min, no Auditório do Edifício JBZ (Av. Carlos Gomes, 400).

Organizado pela Genebra Seguros, o evento “Jornada da Inteligência Artificial no Direito: Riscos e Oportunidades” conta com apoio da AltaVista XP Investimentos, Junto Seguros e Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L). O encontro serve, ainda, como esquenta para o AB2L Lawtech Experience 2023, conferência que será realizada no próximo dia 1º de agosto, na cidade de São Paulo (SP).

“Esse evento vai reunir advogados para discutir, especificamente, toda a aplicação da Inteligência Artificial no mundo do Direito. Temos percebido que muitas pessoas têm discutido sobre esse assunto, sobre o uso dessa ferramenta até mesmo para escrever petições e analisar processos. Isso tem gerado uma série de discussões e pode trazer alguns riscos para a profissão de advogado”, considera Guilherme Silveira, CEO da Genebra Seguros.

Programação  

Advogada, professora e palestrante de Direito, Tecnologia e Inovação, Caroline Francescato participa da Jornada da Inteligência Artificial no Direito. Ele apresenta a palestra “Introdução à Inteligência Artificial e seu Potencial na Advocacia”. Fundadora da plataforma LinkLei (com mais de 21 mil usuários), Caroline faz uma introdução aos principais conceitos da IA. Todavia, a especialista também demonstra suas aplicações práticas na área jurídica, além de oportunidades de melhoria e ganho eficiência.

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A programação do encontro também terá presença de Juliano Madalena, Advogado, Doutor e Mestre em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ele aborda as questões éticas e morais relacionadas ao uso da IA na advocacia. Além disso, Juliano analisa regulamentação da matéria por meio do Marco Legal da Inteligência Artificial, em apreciação no Senado.

Professor dos Cursos de Especialização da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e da Universidade FEEVALE, Bernardo de Azevedo demonstra como se preparar para o futuro da advocacia, cada vez mais tecnológico. Bernardo, que também é Advogado e Mestre em Ciências Criminais pela PUCRS, apresenta passos práticos para investir em educação continuada e desenvolver habilidades com a tecnologia.

Quem também participa do evento é Mauro Luiz Frogel, Administrador de Empresas pela FAE Business School. Ele possui MBA em Gestão Empresarial e é Superintendente Comercial do Projeto Fidelize, da Junto Seguros.

Benefícios da Inteligência Artificial no Direito  

Contudo, Guilherme Silveira reforça que a participação na Jornada da Inteligência Artificial no Direito representa uma oportunidade de compreender como a IA está transformando o campo jurídico e como isso pode beneficiar os profissionais da área.

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“Vamos discutir não apenas os riscos, como a aplicação deste tipo de ferramenta e como ela pode ajudar o advogado em seus processos internos para que ele tenha uma atuação mais eficiente”, cita Guilherme. Nesse sentido, o CEO da Genebra Seguros lembra que “quem não se adaptar à tecnologia pode acabar até perdendo negócios para pessoas que sabem utilizar um pouco melhor essa tecnologia”.

Além disso, o evento irá oferecer acesso à informações atualizadas sobre as melhores práticas éticas e regulatórias para aplicação da IA na advocacia. O encontro destaca, ainda, ferramentas e tecnologias que podem otimizar o trabalho de pesquisa jurídica, além do compartilhamento de tendências futuras para a área.

Entretanto, cabe destacar que as inscrições são limitadas. As inscrições para participação estão sendo feitas por meio do linklei.com.br/esquentaab2l.

Serviço  

  • Jornada da Inteligência Artificial no Direito: Riscos e Oportunidades;

  • 29 de junho, das 17h30min às 20h30min;

  • Auditório Edifício JBZ (Av. Carlos Gomes, 400 – Bairro: Boa Vista, Porto Alegre – RS, 90480-000);

  • Inscrições limitadas em linklei.com.br/esquentaab2l;

Mais detalhes em [email protected], no site da Genebra Seguros ou nos telefones (51) 2391-0607 e (11) 2391-1883.

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Alta da inadimplência reforça cuidados com as finanças

Com o Brasil registrando recorde de inadimplência, economista orienta como recuperar o controle do orçamento, negociar débitos e evitar novos atrasos

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Alta da inadimplência reforça cuidados com as finanças

O número de brasileiros com dificuldades para manter as contas em dia continua crescendo e acende um alerta sobre a saúde financeira das famílias. Em maio de 2026, o país chegou a 75,06 milhões de consumidores com restrições no CPF, o equivalente a 44,8% da população adulta, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil.

O cenário se torna ainda mais preocupante quando analisado em conjunto com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em maio deste ano, 81,6% das famílias brasileiras declararam possuir algum tipo de dívida, o maior índice desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010. O cartão de crédito segue como a principal modalidade de endividamento e foi apontado pela entidade como um dos fatores que mais pressionam o orçamento das famílias, devido às elevadas taxas de juros.

De acordo com dados da Agência Senado, o aumento do custo de vida, os juros elevados, a expansão do crédito rotativo e até o impacto das apostas online sobre o orçamento doméstico têm contribuído para esse cenário. Segundo Ricardo de Almeida, diretor financeiro do Cartão de TODOS, isso torna cada vez mais importante adotar estratégias para recuperar o equilíbrio financeiro. "Retomar o acesso ao crédito é uma conquista importante, mas reconstruir a saúde financeira exige disciplina, planejamento e novos hábitos. Isso permite conquistar tranquilidade, previsibilidade e qualidade de vida", afirma.

Endividamento e inadimplência não são a mesma coisa

Embora os termos sejam frequentemente utilizados como sinônimos, eles representam situações diferentes.

Uma pessoa endividada é aquela que possui compromissos financeiros assumidos, como financiamento, empréstimo, parcelas do cartão de crédito ou crediário. Isso não significa, necessariamente, que exista um problema financeiro, desde que os pagamentos estejam sendo feitos dentro do prazo.

Já a inadimplência ocorre quando essas contas deixam de ser pagas na data de vencimento. Dependendo do tempo de atraso, o consumidor pode ter o nome incluído em cadastros de proteção ao crédito, além de sofrer com o acúmulo de juros e multas.

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Segundo Ricardo, os sinais de desequilíbrio financeiro costumam aparecer muito antes da negativação. "O primeiro deles é quando a pessoa começa a parcelar no cartão de crédito despesas básicas, como supermercado, combustível ou contas da casa", alerta.

De acordo com o executivo, fechar o mês sem "conseguir poupar nenhum valor, atrasar pequenas contas ou precisar escolher qual boleto pagar primeiro" também é um sinal preocupante. Ele reforça que "quando o orçamento deixa de fechar todos os meses, é hora de agir. Esperar a inadimplência chegar torna a recuperação muito mais difícil, pois existe um acúmulo e, muitas vezes, juros e multas", explica.

Como reorganizar as finanças e sair da inadimplência

1) Fazer um diagnóstico completo das dívidas

O primeiro passo é entender exatamente qual é a situação financeira. Reúna todas as informações sobre as dívidas em uma planilha, aplicativo ou até mesmo em um caderno. Ter essa visão completa facilita a definição de prioridades e evita que contas mais caras continuem crescendo sem controle. É importante identificar:

  • Quanto é devido;
  • Para quem a dívida deve ser paga;
  • Quais juros estão sendo cobrados;
  • Quais débitos representam maior risco financeiro.

2) Organizar o orçamento da família

Depois de mapear as dívidas, é hora de entender como o dinheiro entra e sai todos os meses. A recomendação é listar toda a renda familiar e organizar as despesas por ordem de prioridade, diferenciando gastos essenciais, despesas fixas, despesas variáveis e gastos que podem ser reduzidos ou eliminados temporariamente. Esse planejamento ajuda a adequar o padrão de consumo à realidade financeira e cria espaço no orçamento para quitar os débitos.

3) Priorizar as dívidas com juros mais altos

Nem todas as dívidas têm o mesmo impacto no orçamento. Cartão de crédito, cheque especial e alguns financiamentos costumam apresentar as maiores taxas de juros do mercado. Por isso, devem ser negociados primeiro para impedir que o saldo devedor continue aumentando mês após mês.

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4) Aproveitar oportunidades para renegociar

Quanto mais tempo uma dívida permanece em atraso, maior tende a ser o valor final por causa dos juros e das multas. Por isso, acompanhar campanhas de renegociação, programas especiais e feirões pode representar uma oportunidade de reduzir significativamente o saldo devedor e reorganizar as finanças.

5) Começar uma reserva financeira, mesmo que pequena

Após renegociar as dívidas, o próximo desafio é evitar que novos imprevistos levem novamente ao endividamento. Guardar uma pequena quantia todos os meses ajuda a formar uma reserva de emergência, reduzindo a necessidade de recorrer ao cartão de crédito ou ao cheque especial diante de despesas inesperadas.

Como negociar dívidas de forma mais eficiente

Negociar não significa apenas conseguir um desconto. O objetivo deve ser encontrar um acordo que realmente caiba no orçamento e possa ser cumprido até o fim. "É importante levantar o valor da dívida inicial e o valor atual com juros, pois isso ajuda saber realmente o que está pagando e aumenta o poder de negociação. Não adianta aceitar uma parcela que será impossível pagar daqui dois meses", acentua Ricardo.

O economista também aponta a importância de feirões e campanhas de renegociação, como a iniciativa "Desconto que desenrola", do Cartão de TODOS, que acontece até 31 de julho e oferece até 50% de desconto e parcelamento em até 6x para clientes regularizarem suas dívidas. "Essas iniciativas ajudam muitos brasileiros a darem o primeiro passo para terem uma melhor qualidade de vida, com descontos e condições facilitadas", destaca.

Os erros mais comuns após renegociar as dívidas

  • Acreditar que quitar a dívida resolve definitivamente o problema;
  • Retomar rapidamente um padrão de consumo elevado;
  • Voltar a utilizar todo o limite do cartão de crédito;
  • Não controlar os pequenos gastos diários;
  • Deixar de construir uma reserva para imprevistos.

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