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Empresas já devem se adequar à nova Reforma Tributária

Segundo especialista, monitorar os desdobramentos da legislação e os decretos reguladores é essencial para garantir uma adaptação eficiente e sem surpresas

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Empresas já devem se adequar à nova Reforma Tributária

Com período de transição marcado para acontecer entre 2026 e 2032, a Reforma Tributária, aprovada pelo Congresso Nacional, já deve começar a ser tratada pelas empresas a partir deste ano. Sendo uma das mais significativas mudanças no sistema de arrecadação do país, o objetivo central da reformulação é simplificar a tributação, reduzir distorções e tornar a carga tributária mais transparente e equilibrada.

Para isso, impostos como ICMS, ISS, PIS e Cofins serão substituídos por dois tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Além disso, o modelo de cobrança deixará de ser baseado na origem da transação e passará a ser determinado pelo destino do consumo, promovendo maior uniformidade entre os estados e municípios.

De acordo com a advogada e especialista em direito tributário Marta Fadel Martins Lobão, a implementação será gradual, dividida em fases que permitirão ajustes e adaptações antes da completa vigência da reforma. “Neste período, as organizações precisarão monitorar os desdobramentos da legislação complementar e os decretos reguladores para entender cada etapa desse processo e garantir uma adaptação eficiente e sem surpresas”.

Para a advogada, essas mudanças significam um impacto profundo no planejamento tributário, especialmente porque extingue a cumulatividade de tributos e passa a adotar um modelo de crédito amplo. “Isso significa que as empresas precisarão revisar completamente suas cadeias produtivas, contratos e fluxos de operação, pois o aproveitamento de créditos será mais transparente, mas também mais rigoroso”, ressalta.

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“O fim das múltiplas alíquotas e legislações estaduais e municipais promete simplificar o processo, mas exigirá um esforço grande de adaptação inicial. Com a mudança na lógica tributária, as empresas precisarão reestruturar seu planejamento para se adequar ao novo cenário”, avalia a especialista.

Mudanças nos setores produtivos

Além das grandes empresas, a reforma pode impactar diretamente o Simples Nacional, um regime utilizado por milhões de empreendedores. Embora sua extinção não esteja prevista, adaptações podem ocorrer. Segundo Fadel, empresas enquadradas nesse sistema devem acompanhar de perto possíveis mudanças na forma de cálculo dos tributos, bem como eventuais ajustes para manter a competitividade dentro do novo modelo fiscal.

“Benefícios fiscais serão redimensionados, e negócios de setores estratégicos como agronegócio, tecnologia e indústria automotiva precisarão reavaliar seus modelos operacionais, especialmente considerando a mudança da base de cálculo e a eliminação de privilégios regionais”, explica Marta Fadel Martins Lobão.

A advogada salienta ainda que o período de transição poderá gerar disputas jurídicas, especialmente quando ainda haverá lacunas normativas e divergências na interpretação da nova legislação. “Questões como o conceito de insumo, a forma de apuração dos créditos, a definição de alíquotas e as regras para devolução do imposto pago a mais podem gerar litígios”.

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“Por isso, é fundamental que as empresas acompanhem de perto a produção das leis complementares e que contem com assessoria jurídica especializada para interpretar as normas e mitigar riscos de autuações e disputas fiscais”, afirma.

Digitalização como ferramenta essencial

A digitalização dos sistemas tributários não será apenas recomendada, mas essencial para evitar problemas operacionais e fiscais no novo modelo. Empresas que não investirem em tecnologia correm o risco de enfrentar dificuldades na correta apuração de tributos.

De acordo com a advogada, o novo modelo demandará um controle geográfico preciso das operações, o que exige atualização de sistemas de gestão empresarial (ERP), treinamento de equipes fiscais e maior integração entre os entes federativos.

“O período de transição será crítico para testar essas mudanças e corrigir falhas antes da implementação definitiva. As empresas que ainda operam com sistemas manuais terão mais dificuldades na adaptação. A modernização dos processos internos e o investimento em compliance digital serão decisivos para minimizar riscos e garantir a correta apuração dos tributos”, conclui Marta Fadel Martins Lobão.

Para saber mais, basta acessar: https://martasahionefadel.com.br/

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Jacobs Foundation destina CHF 5 milhões para garantir o acesso das crianças à educação na Colômbia após o recente terremoto

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ZURIQUE, Sept. 15, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Apóso terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia em 10 de agosto, a Jacobs Foundation está destinando CHF 5 milhões para assegurar o acesso das crianças "a educação, garantindo o aprendizado e desenvolvimento delas. Em conjunto com parceiros locais, os recursos irão garantir a continuidade educacional com base em evidências nas comunidades afetadas durante a recuperação do local.

O terremoto, com seu epicentro perto de San José del Palmar, em Chocó, causou perdas e interrupções generalizadas em toda a Colômbia. Após a resposta imediata a atenção agora também está voltada para o significado da recuperação para as crianças nos próximos meses.

A reconstrução de escolas e instalações danificadas é apenas o começo. Juntamente com os esforços de recuperação a proteção do aprendizado das crianças também exigirá acesso sustentado a educação de qualidade e apoio às escolas e suas comunidades. O financiamento da Jacobs Foundation destina-se a fortalecer esses esforços e a reduzir o risco de que interrupções de curto prazo levem a perdas de aprendizado de longo prazo durante o restante do ano letivo.

Esta resposta irá apoiar as parcerias que a Jacobs Foundation vem desenvolvendo em toda a Colômbia desde o lançamento da iniciativa Colombia Evidencia Potencial em Educação (CEPE). A Jacobs Foundation trabalha com autoridades públicas, fundações filantrópicas, pesquisadores, educadores e outros parceiros para solidificar os sistemas educacionais e aprimorar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças.

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Cinco das quatorze Communities of Change da CEPE – Quibdó, Chocó, Cali, Manizales e Cauca – foram afetadas pelo terremoto com condições substancialmente diferentes. Algumas escolas sofreram sérios danos de infraestrutura e permanecem fechadas, enquanto outras puderam retomar a educação presencial com adaptações. As avaliações continuam para determinar o que as crianças, os professores, os líderes escolares e os sistemas educacionais locais irão precisar.

Ana Cubillo, Diretora de Programa Global da Jacobs Foundation, disse: "Não estamos começando do zero. Com a CEPE já foram estabelecidas relações entre autoridades públicas, fundações, pesquisadores, educadores e outros atores locais, com base em um compromisso compartilhado de aprimorar o aprendizado das crianças. Em caso de emergência, essas relações são vitais por permitir a coordenação com pessoas que realmente conhecem suas comunidades, para que possamos adaptar nosso às condições que podem mudar rapidamente. A recuperação será diferente em cada local, mas essas parcerias nos dão uma base sólida para a resposta."

Juntamente com seus parceiros da CEPE, a Jacobs Foundation continua a avaliar as condições e determinar como esse financiamento de emergência pode apoiar melhor a educação durante e depois do período de recuperação.

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Para mais informações sobre a Jacobs Foundation, visite https://jacobsfoundation.org/.

NOTAS PARA EDITORES:

Sobre a Jacobs Foundation

Fundada em 1989 e sediada em Zurique, Suíça, a Jacobs Foundation investe no futuro dos jovens, viabilizando e promovendo pesquisas de alta qualidade sobre aprendizado e desenvolvimento. Ela imagina um mundo no qual todas as crianças têm acesso oportunidades de aprendizado com base em evidências necessárias para a prosperidade delas. Para isso, a Jacobs Foundation está pondo em execução seu plano Estratégia 2030 para transformar as evidências em políticas e práticas – com base em uma ambiciosa Agenda de Pesquisas para identificar as diferenças na maneira como as crianças vivem e aprendem em diferentes ambientes.

A Jacobs Foundation trabalha com parceiros dos setores públicos, privados e da sociedade civil na Suíça, Costa do Marfim, Gana e Colômbia para transformar os sistemas educacionais. A Jacobs Foundation também financia pesquisadores em todo o mundo, incentivando redes e parcerias para ajudar a informar políticas e práticas baseadas em evidências em todo o mundo.

Para perguntas da mídia, contate [email protected].

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