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IQM Quantum Computers designa Jan Goetz como Diretor Executivo único para liderar próxima fase de crescimento mundial

Jan Goetz se torna o único Diretor Executivo, enquanto Søren Hein é designado Diretor de Operações e Vice-Diretor Executivo.

Ex-Co-Diretor Executivo, Mikko Välimäki, deixa sua função comercial e permanece como consultor até 31 de março de 2026.

Esta nova estrutura de liderança foi criada para fortalecer a direção estratégica internacional, o planejamento e a execução da IQM.

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A IQM Quantum Computers, líder mundial em computadores quânticos supercondutores de sequenciamento completo, anunciou hoje a transição de sua estrutura com co-diretor executivo para um modelo com um único diretor executivo.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260126447469/pt/

From left to right: Jan Goetz (Co-founder &CEO)  and Søren Hein (Chief Operating Officer and Deputy CEO)

From left to right: Jan Goetz (Co-founder &CEO) and Søren Hein (Chief Operating Officer and Deputy CEO)

O cofundador e atual co-diretor executivo, Dr. Jan Goetz, se torna o único diretor executivo a partir de 1o de janeiro, seguindo uma resolução aprovada pelo conselho da IQM, com o Dr. Søren Hein sendo designado Diretor de Operações e Vice-Diretor Executivo.

Como parte do processo de transição, Mikko Välimäki deixa seu cargo comercial após uma gestão bem-sucedida como co-Diretor Executivo. Ele continuará apoiando a empresa como consultor até 31 de março de 2026 para garantir a continuidade e uma transição tranquila.

“Nosso enfoque com dois diretores executivo vem sendo muito benéfico para a IQM nos últimos dois anos, e quero agradecer a Mikko Välimäki por suas significativas contribuições”, disse o Dr. Sierk Poetting, Presidente do Conselho Administrativo da IQM. “A transição para uma estrutura com um único diretor executivo reflete a maturidade da organização e posiciona a IQM para a próxima fase de expansão internacional sustentável e crescimento a longo prazo.”

Desde sua fundação em 2018, a IQM se tornou uma importante marca mundial em computação quântica. No último ano, a IQM vendeu e entregou mais computadores quânticos para uso local do que qualquer um de seus concorrentes e concluiu a maior rodada de financiamento da série B em computação quântica fora dos EUA.

A nova estrutura de liderança reforça o foco contínuo da IQM em expandir a capacidade dos computadores quânticos para uso industrial e comercial. “Tenho o prazer de dar as boas-vindas a Søren em sua nova função. Continuaremos expandindo e reforçando nossa equipe de liderança, a fim de nos preparar para próxima fase de intenso crescimento, em linha com nosso roteiro tecnológico e visão a longo prazo”, disse Goetz.

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Ele acrescentou: “A IQM está bem posicionada para satisfazer as necessidades em constante evolução das organizações orientadas por IA e dos centros de computação de alto desempenho. Esta nova estrutura irá nos ajudar a acelerar o progresso rumoàcomputação quântica tolerante a falhas e agregar ainda mais valor a nossos clientes e parceiros.”

Ao comentar sobre sua designação, Søren Hein disse: “A IQM formar uma equipe incrível e uma cultura de inovação. À medida que expandimos a nível mundial, espero fortalecer nossas operações, acelerar a adoção da computação quântica e apoiar o sucesso comercial a longo prazo.”

Nota do editor:

Sobre Jan Goetz:

Em 2018, Goetz, junto com seus cofundadores, criou a IQM a partir da Universidade Aalto e do Centro de Pesquisa Técnica VTT da Finlândia e, desde então, levantou mais de US$ 600 milhões em capital para a empresa.

Ele fez parte do Conselho do Conselho Europeu de Inovação (EIC), onde agora atua como embaixador, e ocupa um assento no Conselho do Consórcio Europeu da Indústria Quântica (QuIC). Também é membro do Senado Econômico Federal da Alemanha, membro do Conselho do Scaling Club da EIC, membro do Hall of Future, além de Líder Digital e Inovador Global no Fórum Econômico Mundial (WEF).

Em 2024, a revista Wirtschaftswoche o selecionou como um dos 30 executivos que moldariam a Alemanha; em 2023, sendo escolhido como Fundador do Ano pelo jornal Handelsblatt. Em 2020, a revista Capital o incluiu na lista dos 40 jovens talentos com menos de 40 anos mais promissores da Alemanha, e recebeu um prêmio de empreendedorismo da Fundação KAUTE.

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Goetz fez seu doutorado sobre circuitos quânticos supercondutores na TU Munique e trabalhou como bolsista Marie-Curie em Helsinque, na Universidade Aalto, onde recebeu o título de docente.

Sobre Søren Hein:

Søren conta com mais de 30 anos de experiência como executivo e investidor na área de tecnologia na Europa e na América do Norte. Anteriormente, liderou investimentos em Deeptech na MIG Capital, e também liderou a rodada embrionária da IQM em 2019. Além disto, Hein cofundou e dirigiu uma startup de motores elétricos e atuou como diretor de tecnologia da unidade de negócios de sistemas sem fio da Infineon. Ele possui doutorado em engenharia elétrica e ciência da computação pela UC Berkeley e MBA pelo INSEAD.

Sobre a IQM Quantum Computers:

A IQM é líder mundial em computadores quânticos supercondutores. A IQM oferece tanto computadores quânticos full-stack no local quanto uma plataforma na nuvem para acessar seus computadores. Os clientes da IQM incluem os principais centros de computação de alta performance, laboratórios de pesquisa, universidades e empresas, que têm acesso completo ao software e hardware da IQM. A IQM conta com mais de 300 colaboradores, tendo sede na Finlândia e presença global na França, Alemanha, Itália, Japão, Polônia, Espanha, Singapura, Coreia do Sul e Estados Unidos.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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Fonte: BUSINESS WIRE

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CGTN:Do deserto à oportunidade: Os laços China-Egito se aprofundam em todos os setores

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PEQUIM, Sept. 04, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A CGTN publicou um artigo destacando como a cooperação China-Egito cresceu além dos projetos industriais para abranger laços econômicos e estratégicos mais amplos. O artigo destaca a Zona de Cooperação Econômica e Comercial de Suez, o crescimento das exportações agrícolas egípcias para a China e o significado mais amplo do relacionamento de 70 anos dos dois países.

Uma década depois da China e o Egito lançarem a segunda fase da sua zona conjunta de cooperação econômica e comercial no deserto ao longo do Canal de Suez, a área se transformou em um polo industrial de quase 200 empresas, gerando cerca de 10 mil empregos e sendo um exemplo tangível de como a cooperação bilateral pode se traduzir em desenvolvimento local.

A Zona de Cooperação Econômica e Comercial China-Egito TEDA Suez atraiu empresas dos setores de materiais de construção, equipamentos petrolíferos, equipamentos elétricos e maquinário, com investimentos acumulados superiores a US$ 4,7 bilhões, segundo reportagens do jornal chinês People’s Daily. O que antes era um deserto subdesenvolvido passou a ser uma plataforma industrial que liga a Iniciativa do Cinturão e Estrada da China à estratégia de desenvolvimento do Egito para o Corredor do Canal de Suez.

A transformação é um exemplo da mudança mais ampla nos laços China-Egito, de projetos individuais de infraestrutura para a cooperação que conecta investimento, emprego e mercados. Durante as conversas com o presidente egípcio Abdel Fattah El-Sisi na quarta-feira, o presidente chinês Xi Jinping disse que os dois países devem aprofundar a cooperação e continuar avançando na criação de uma comunidade China-Egito com um futuro compartilhado.

Novo motor de desenvolvimento local

A zona de Suez tem avançado cada vez mais além da fabricação convencional, com projetos solares e uma economia circular emergente apontando para um desenvolvimento mais verde e de baixo carbono. A expansão para novos setores também trouxe benefícios mais diretos para a economia e a força de trabalho do Egito.

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Os projetos com investimento chinês ajudaram a fortalecer o fornecimento de energia no Egito, com um projeto de subestação de parque solar fornecendo cerca de 16.000 gigawatts-hora de eletricidade desde a sua conclusão, e empresas chinesas treinaram engenheiros e trabalhadores locais, com alguns funcionários egípcios ocupando cargos técnicos e de gestão. Em uma joint venture entre a China XD Electric e a egípcia EGEMAC, os funcionários locais representam 97% da força de trabalho.

Essa cooperação faz parte de um modelo mais amplo de desenvolvimento mutuamente benéfico. Em um artigo assinado publicado na mídia egípcia antes da sua visita, o presidente Xi disse que a China e o Egito devem "buscar benefícios mútuos e uma cooperação em que todos saiam ganhando, e estabelecer um modelo de referência para o desenvolvimento conjunto".

Produtos egípcios encontram um mercado crescente na China

A relação está cada vez mais bilateral, com os produtos egípcios ganhando maior acesso ao grande mercado consumidor da China.

O comércio da China com o Egito atingiu 95,19 bilhões de yuans (US$ 14,16 bilhões) nos primeiros sete meses de 2026, um aumento de 18,7% em relação ao ano anterior, de acordo com dados oficiais chineses. As exportações chinesas para o Egito aumentaram 17,5%, enquanto as importações do Egito deram um salto de 49,4%.

O comércio agrícola tem sido uma área de crescimento particular. As importações chinesas de produtos agrícolas egípcios aumentaram 82,6% nos primeiros sete meses, representando 41,7% das importações totais Egito-China. O Egito foi o maior exportador de morangos congelados para a China e o terceiro maior exportador de linho, com os dois produtos respondendo por 96,7% e 7,7% das respectivas importações chinesas.

O Egito, um dos principais exportadores de laranja do mundo, exportou laranjas frescas no valor de cerca de US$ 26 milhões para a China em 2025. Um exportador agrícola que viaja para a China várias vezes por ano disse que a forte demanda por laranjas egípcias entre os consumidores chineses incentivou os produtores a melhorar a qualidade.

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Em um artigo, o jornal egípcio Al-Ahram afirmou que as medidas de tarifa zero da China para produtos africanos abriram o acesso a um mercado de mais de 1,4 bilhão de pessoas, ressaltando, porém, que tarifas mais baixas, por si sós, não garantiriam o sucesso. A qualidade do produto, o fornecimento estável e o marketing localizado continuarão sendo importantes para as empresas egípcias que buscam se expandir na China, disse o jornal.

Além dos laços bilaterais

O significado do relacionamento vai além do comércio e do investimento, já que a China e o Egito marcam 70 anos de laços diplomáticos. O Egito foi o primeiro país árabe e africano a estabelecer relações diplomáticas com a República Popular da China e, desde então, os dois países vem expandindo sua cooperação nos setores de cultura, educação, ciência e tecnologia, saúde e outros.

Xi disse que a China e o Egito são um exemplo de amizade, solidariedade e coordenação entre os países em desenvolvimento, observando que ambos são membros importantes do Sul Global.

A posição do Egito dá a essa parceria uma dimensão regional mais ampla. Como um importante país árabe e africano, o Egito serve de elo entre o mundo árabe e a África, enquanto a China e o Egito coordenam ações em fóruns multilaterais, como as Nações Unidas e os BRICS.

Em um momento de instabilidade persistente no Oriente Médio, Xi também defendeu uma maior autonomia regional em matéria de segurança, abordagens abrangentes para questões críticas, o desenvolvimento como base para a segurança e uma coordenação internacional mais sólida.

https://news.cgtn.com/news/2026-09-02/From-desert-to-opportunity-China-Egypt-ties-deepen-across-sectors-1Q7mph80npS/p.html

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