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Kardia Brasil lança equipamento versátil para treino intenso

Engenharia aplicada impulsiona a criação de estruturas capazes de atender a diferentes modalidades em áreas como condomínios, parques e espaços corporativos

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Kardia Brasil lança equipamento versátil para treino intenso

Com o crescimento da prática de atividades físicas nos últimos anos, espaços de treino, como os localizados em condomínios, parques públicos e empresas, passaram a exigir soluções mais versáteis e duráveis. Um estudo da Brain Inteligência Estratégica, divulgado pela CNN, mostra que 42% da população incorpora a prática de atividade física na rotina. Entre os mais ativos, 49% dos jovens da geração Z declararam praticar esportes nos últimos 12 meses, enquanto, entre os baby boomers, esse número cai para 36%. O dado reflete uma tendência global pela busca por estilos de vida mais saudáveis e múltiplas atividades físicas. Um levantamento da Fortune Business Insights estima que o mercado de equipamentos fitness atinja US$ 26,25 bilhões em 2026, podendo chegar a US$ 41,53 bilhões até 2034.

Nesse cenário, a engenharia aplicada ao movimento ganha protagonismo ao criar equipamentos multifuncionais capazes de atender diferentes modalidades em um único espaço. Diante desse panorama, a Kardia Brasil acaba de lançar um equipamento projetado para unir dinamismo, customização e resistência em ambientes de uso intenso, movimento que marca uma nova etapa na evolução das áreas de atividade física em ambientes urbanos e corporativos.

Os engenheiros Jorge Costa e José Victor Frias, CEOs da Kardia Brasil, explicam que a decisão de desenvolver o equipamento surgiu da insatisfação com o que o mercado vinha entregando para áreas externas e corporativas.

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"Olhávamos para os projetos existentes e víamos aparelhos obsoletos, com baixa funcionalidade. As soluções disponíveis se limitavam a estruturas monótonas que ofereciam pouquíssimas variações de exercícios. O resultado disso? Equipamentos vazios e o total desinteresse do público. Nós viemos com o objetivo de quebrar esse ciclo de áreas de treino subutilizadas", afirma Costa.

A proposta da empresa é oferecer versatilidade e customização ao entregar módulos sob medida que atendam à realidade do local. "Não acreditamos na ideia de uma máquina que promete fazer tudo sozinha. Nossa proposta está na linha de montagem e no projeto, entregando o que o cliente precisa dentro de uma dinâmica voltada para calistenia, treino funcional ou força", explica Frias.

Os engenheiros ressaltam que desafios enfrentados por incorporadoras, gestores de parques e empresas ao planejar áreas de treino também foram considerados. "O grande problema ainda é o chamado ‘fantasma do espaço abandonado’. É muito comum ver incorporadoras investindo verba em áreas de treino que parecem ótimas no papel, mas que na prática sofrem com a falta de versatilidade", detalha Costa.

"O público perde o interesse na primeira semana porque os aparelhos são limitados e chatos. Para quem administra, isso é o pior dos cenários: um investimento que vira poeira, deprecia o visual do patrimônio e ainda gera custos crônicos de manutenção", complementa.

A Kardia defende uma abordagem baseada em engenharia aplicada ao movimento. "Significa projetar pensando no dinamismo que o corpo humano exige. Nós criamos estruturas onde a funcionalidade dita a forma, garantindo uma variedade real de exercícios em um espaço compacto. O interesse contínuo dos usuários valida o investimento e transforma a área de treino em um polo de convivência ativa", avalia Frias.

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Outro ponto destacado é a durabilidade. A escolha do inox 304 vai além da estética; ambientes externos e de uso intenso podem destruir o ferro comum e pinturas rapidamente. Esse material impede a oxidação profunda do equipamento, garantindo estabilidade e uma aparência de novo por anos.

Na visão dos executivos, o futuro das áreas de treino está diretamente ligado à multifuncionalidade. O treino de alta performance saiu definitivamente do confinamento das academias comerciais e ganhou as calçadas, os rooftops e as áreas comuns. Com o metro quadrado cada vez mais disputado nas cidades, a baixa funcionalidade virou um erro inaceitável em qualquer projeto.

"O futuro pertence a soluções compactas e multifuncionais. O público não aceita mais ir até uma área externa para usar um aparelho que só serve para um movimento básico. As pessoas querem dinamismo, versatilidade e design integrado. É aí que a Kardia se apoia, buscando entregar o máximo de utilidade e atratividade com o mínimo de ruído visual", conclui Frias.

Para saber mais, basta acessar: https://www.kardiabrasil.com.br/

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Alta da inadimplência reforça cuidados com as finanças

Com o Brasil registrando recorde de inadimplência, economista orienta como recuperar o controle do orçamento, negociar débitos e evitar novos atrasos

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Alta da inadimplência reforça cuidados com as finanças

O número de brasileiros com dificuldades para manter as contas em dia continua crescendo e acende um alerta sobre a saúde financeira das famílias. Em maio de 2026, o país chegou a 75,06 milhões de consumidores com restrições no CPF, o equivalente a 44,8% da população adulta, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil.

O cenário se torna ainda mais preocupante quando analisado em conjunto com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em maio deste ano, 81,6% das famílias brasileiras declararam possuir algum tipo de dívida, o maior índice desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010. O cartão de crédito segue como a principal modalidade de endividamento e foi apontado pela entidade como um dos fatores que mais pressionam o orçamento das famílias, devido às elevadas taxas de juros.

De acordo com dados da Agência Senado, o aumento do custo de vida, os juros elevados, a expansão do crédito rotativo e até o impacto das apostas online sobre o orçamento doméstico têm contribuído para esse cenário. Segundo Ricardo de Almeida, diretor financeiro do Cartão de TODOS, isso torna cada vez mais importante adotar estratégias para recuperar o equilíbrio financeiro. "Retomar o acesso ao crédito é uma conquista importante, mas reconstruir a saúde financeira exige disciplina, planejamento e novos hábitos. Isso permite conquistar tranquilidade, previsibilidade e qualidade de vida", afirma.

Endividamento e inadimplência não são a mesma coisa

Embora os termos sejam frequentemente utilizados como sinônimos, eles representam situações diferentes.

Uma pessoa endividada é aquela que possui compromissos financeiros assumidos, como financiamento, empréstimo, parcelas do cartão de crédito ou crediário. Isso não significa, necessariamente, que exista um problema financeiro, desde que os pagamentos estejam sendo feitos dentro do prazo.

Já a inadimplência ocorre quando essas contas deixam de ser pagas na data de vencimento. Dependendo do tempo de atraso, o consumidor pode ter o nome incluído em cadastros de proteção ao crédito, além de sofrer com o acúmulo de juros e multas.

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Segundo Ricardo, os sinais de desequilíbrio financeiro costumam aparecer muito antes da negativação. "O primeiro deles é quando a pessoa começa a parcelar no cartão de crédito despesas básicas, como supermercado, combustível ou contas da casa", alerta.

De acordo com o executivo, fechar o mês sem "conseguir poupar nenhum valor, atrasar pequenas contas ou precisar escolher qual boleto pagar primeiro" também é um sinal preocupante. Ele reforça que "quando o orçamento deixa de fechar todos os meses, é hora de agir. Esperar a inadimplência chegar torna a recuperação muito mais difícil, pois existe um acúmulo e, muitas vezes, juros e multas", explica.

Como reorganizar as finanças e sair da inadimplência

1) Fazer um diagnóstico completo das dívidas

O primeiro passo é entender exatamente qual é a situação financeira. Reúna todas as informações sobre as dívidas em uma planilha, aplicativo ou até mesmo em um caderno. Ter essa visão completa facilita a definição de prioridades e evita que contas mais caras continuem crescendo sem controle. É importante identificar:

  • Quanto é devido;
  • Para quem a dívida deve ser paga;
  • Quais juros estão sendo cobrados;
  • Quais débitos representam maior risco financeiro.

2) Organizar o orçamento da família

Depois de mapear as dívidas, é hora de entender como o dinheiro entra e sai todos os meses. A recomendação é listar toda a renda familiar e organizar as despesas por ordem de prioridade, diferenciando gastos essenciais, despesas fixas, despesas variáveis e gastos que podem ser reduzidos ou eliminados temporariamente. Esse planejamento ajuda a adequar o padrão de consumo à realidade financeira e cria espaço no orçamento para quitar os débitos.

3) Priorizar as dívidas com juros mais altos

Nem todas as dívidas têm o mesmo impacto no orçamento. Cartão de crédito, cheque especial e alguns financiamentos costumam apresentar as maiores taxas de juros do mercado. Por isso, devem ser negociados primeiro para impedir que o saldo devedor continue aumentando mês após mês.

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4) Aproveitar oportunidades para renegociar

Quanto mais tempo uma dívida permanece em atraso, maior tende a ser o valor final por causa dos juros e das multas. Por isso, acompanhar campanhas de renegociação, programas especiais e feirões pode representar uma oportunidade de reduzir significativamente o saldo devedor e reorganizar as finanças.

5) Começar uma reserva financeira, mesmo que pequena

Após renegociar as dívidas, o próximo desafio é evitar que novos imprevistos levem novamente ao endividamento. Guardar uma pequena quantia todos os meses ajuda a formar uma reserva de emergência, reduzindo a necessidade de recorrer ao cartão de crédito ou ao cheque especial diante de despesas inesperadas.

Como negociar dívidas de forma mais eficiente

Negociar não significa apenas conseguir um desconto. O objetivo deve ser encontrar um acordo que realmente caiba no orçamento e possa ser cumprido até o fim. "É importante levantar o valor da dívida inicial e o valor atual com juros, pois isso ajuda saber realmente o que está pagando e aumenta o poder de negociação. Não adianta aceitar uma parcela que será impossível pagar daqui dois meses", acentua Ricardo.

O economista também aponta a importância de feirões e campanhas de renegociação, como a iniciativa "Desconto que desenrola", do Cartão de TODOS, que acontece até 31 de julho e oferece até 50% de desconto e parcelamento em até 6x para clientes regularizarem suas dívidas. "Essas iniciativas ajudam muitos brasileiros a darem o primeiro passo para terem uma melhor qualidade de vida, com descontos e condições facilitadas", destaca.

Os erros mais comuns após renegociar as dívidas

  • Acreditar que quitar a dívida resolve definitivamente o problema;
  • Retomar rapidamente um padrão de consumo elevado;
  • Voltar a utilizar todo o limite do cartão de crédito;
  • Não controlar os pequenos gastos diários;
  • Deixar de construir uma reserva para imprevistos.

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