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Cessna Citation CJ3 Gen3 realiza seu primeiro voo, impulsionando a próxima geração de jatos leves rumo à certificação

Os três jatos leves Citation Gen3 estão agora em fase de testes de voo, trazendo o sistema de pouso automático de emergência da Garmin e melhorias inspiradas pelos clientes para a próxima geração da aviação executiva.

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A Textron Aviation Inc., uma empresa da Textron Inc. Textron Inc. (NYSE:TXT), alcançou recentemente um marco importante com a conclusão do primeiro voo do protótipo Cessna Citation CJ3 Gen3, impulsionando a próxima geração de jatos leves rumo à certificação. Com este marco, os três jatos leves Citation de nova geração — o CJ4 Gen3, o CJ3 Gen3 e o M2 Gen3 — entraram na fase de testes de voo, demonstrando o contínuo progresso do portfólio de jatos leves de nova geração da Cessna.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260729345304/pt/

Cessna Citation CJ3 Gen3 achieves first flight, advancing next-generation light jet toward certification. (Photo credit: Textron Aviation)

Cessna Citation CJ3 Gen3 achieves first flight, advancing next-generation light jet toward certification. (Photo credit: Textron Aviation)

“Esta conquista dá continuidade ao avanço do programa CJ3 Gen3 e reflete a disciplina, a inovação e o comprometimento desta equipe”, disse Chris Hearne, vice-presidente sênior de Engenharia e Programas. “Agora, iniciaremos os testes de voo completos desta aeronave, com a validação rigorosa de seu desempenho, enquanto continuamos trabalhando para a certificação da FAA e a entrada em serviço.”

Decolando do Aeroporto Nacional Dwight D. Eisenhower de Wichita, os pilotos Steve Helmer e Dave Welbrock concentraram-se em testar a funcionalidade do software no cockpit durante o voo inicial de quase duas horas. A aeronave atingiu uma altitude máxima de 41.000 pés e uma velocidade máxima indicada de 278 nós.

“Da decolagem ao pouso, a aeronave demonstrou as qualidades de manuseio e o desempenho do sistema que esperávamos”, disse Helmer, piloto de testes de voo. “Este primeiro voo validou meses de preparação e forneceu uma base sólida para expandirmos os testes e continuarmos o programa de certificação.”

Projetado a partir do feedback dos clientes, o Citation CJ3 Gen3 traz o sistema de pouso automático de emergência Garmin para a comprovada plataforma de aviônica Garmin G3000, oferecendo ainda mais tranquilidade para pilotos e passageiros durante a viagem. A aeronave combina tecnologia avançada e intuitiva na cabine de comando com o desempenho, a capacidade de carga e a eficiência operacional que os clientes esperam dos jatos executivos Cessna Citation.

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“O Citation CJ3 Gen3 aprimora tudo o que os clientes valorizam na família CJ3, incorporando tecnologias solicitadas para tornar o voo ainda mais intuitivo e inspirador de confiança”, disse Lannie O’Bannion, vice-presidente sênior de Vendas e Marketing Global. “Da aviônica avançada da Garmin a uma experiência refinada na cabine, esta aeronave reflete nosso compromisso em oferecer inovações práticas aos clientes.”

Sobre o Cessna Citation CJ3 Gen3

A cabine do Cessna Citation CJ3 Gen3 oferece um espaço luxuoso e personalizável com comodidades como assentos giratórios, iluminação RGB e opções de conectividade modernas, além de um lavatório com iluminação natural e recursos opcionais de luxo.

O Citation CJ3 Gen3 possui um alcance máximo de 2.040 nm e uma carga útil máxima de 2.135 libras. Com assentos padrão para até 10 ocupantes e capacidade de bagagem de 1.000 libras, a aeronave oferece excelente alcance, carga útil e desempenho superior em campo para permitir que os pilotos cumpram vários tipos de missões.

Para saber mais sobre o Cessna Citation CJ3 Gen3, acesse cessna.txtav.com ou acesse o Media Kit para obter recursos fotográficos adicionais.

Sobre a Textron Aviation Inc.

Nós inspiramos a jornada de voar há quase 100 anos. A Textron Aviation Inc., uma empresa da Textron Inc., capacita nossos talentos coletivos nas marcas Beechcraft, Cessna, Hawker e Pipistrel para projetar e oferecer a melhor experiência de aviação aos nossos clientes. Com uma linha que vai de jatos executivos, turboélices e motores a pistão leves e de alto desempenho a soluções para missões especiais, treinamento militar e defesa, a Textron Aviation possui o portfólio de aviação mais versátil e abrangente do mundo, apoiado por uma força de trabalho responsável por mais da metade de todas as aeronaves de aviação geral já produzidas globalmente. Clientes em mais de 170 países confiam em nosso desempenho lendário, confiabilidade e versatilidade, além de nossa sólida rede global de atendimento, para voos acessíveis, produtivos e adaptáveis. Para mais informações, acesse www.txtav.com.

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Sobre a Textron Inc.

A Textron Inc. é uma empresa multissetorial que aproveita sua rede internacional de negócios aeronáuticos, de defesa, industriais e financeiros para fornecer aos clientes soluções e serviços inovadores. Ela é conhecida no mundo todo por suas poderosas marcas, como Bell, Cessna, Beechcraft, Pipistrel, Jacobsen, Kautex, Lycoming, E-Z-GO e Textron Systems. Para mais informações, acesse: www.textron.com.

Certas declarações neste comunicado de imprensa podem projetar receitas ou descrever estratégias, metas, perspectivas ou outros assuntos não históricos; essas declarações prospectivas referem-se apenas à data em que foram feitas e não assumimos nenhuma obrigação de atualizá-las. Essas declarações estão sujeitas a riscos conhecidos e desconhecidos, incertezas e outros fatores que podem fazer com que nossos resultados reais sejam materialmente diferentes daqueles expressos ou implícitos por tais declarações prospectivas, incluindo, entre outros, a eficácia dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento para desenvolver novos produtos ou despesas imprevistas relacionadas ao lançamento de novos produtos ou programas significativos; o cronograma de nossos lançamentos de novos produtos ou certificações de nossos novos produtos aeronáuticos; nossa capacidade de acompanhar nossos concorrentes na introdução de novos produtos e atualizações com recursos e tecnologias desejados por nossos clientes; a fragilidade ou volatilidade da demanda nos mercados em que atuamos; e problemas de desempenho com fornecedores ou subcontratados importantes.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Contato para a Imprensa:

Kate Flavin

+1.316.252.7780

[email protected]

txtav.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Brasil ultrapassa 300 Centros de Serviços Compartilhados

Levantamento aponta expansão do setor, impulsionada por tecnologia, automação e maior atuação internacional

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Brasil ultrapassa 300 Centros de Serviços Compartilhados

Segundo dados de 2026 da MIA, solução de inteligência de mercado do IEG, o Brasil reúne mais de 300 Centros de Serviços Compartilhados (CSCs) em atividade, que empregam mais de 86 mil profissionais. O levantamento também mostra que a expansão do segmento ganhou força na última década: desde 2016, o país passou a contar com mais de 150 novos CSCs.

Lara Pessanha, sócia do IEG e responsável pela área de Inteligência de Mercado da empresa, afirma que a consolidação do Brasil como uma potência mundial em CSCs resulta da combinação de fatores como mão de obra qualificada, custos competitivos, fuso horário favorável ao atendimento de toda a região das Américas e maturidade em governança construída ao longo de décadas.

Segundo a executiva, a diversidade do ambiente empresarial brasileiro, com grandes grupos que adotaram o modelo de forma pioneira, também contribuiu para o amadurecimento do ecossistema.

"Os mais de 300 CSCs em operação são um sinal de que o país deixou de tratar os Serviços Compartilhados como tendência em avaliação e passou a contar com um mercado robusto e em constante evolução", acrescenta.

Evolução tecnológica amplia papel estratégico dos CSCs

Esse amadurecimento também se reflete na transformação do papel desempenhado pelos CSCs dentro das organizações. Nos últimos anos, o mercado brasileiro passou por uma evolução estrutural. Com o surgimento de mais de 150 Centros na última década, muitos dos quais deixaram de atuar apenas em processos transacionais para assumir funções relacionadas à gestão, tecnologia, análise de dados e apoio à tomada de decisão.

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"Automação, analytics e inteligência artificial não só ampliaram a capacidade dos CSCs, como tornaram sua estruturação mais acessível e fizeram o modelo se tornar cada vez mais estratégico dentro das empresas", explica Pessanha.

Ao assumirem atividades repetitivas e transacionais, a automação e a inteligência artificial liberam as equipes para funções de maior valor agregado, como análise de dados, melhoria de processos e suporte à decisão. Com isso, segundo Pessanha, o foco dos CSCs deixa de ser o volume de operações e passa a priorizar inteligência, eficiência e contribuição estratégica para os negócios.

"Esse movimento eleva o nível de qualificação exigido, ampliando a demanda por competências em IA, analytics, experiência do cliente e gestão de processos", observa.

Brasil amplia atuação internacional, mas ainda enfrenta desafios

Além da evolução operacional, os CSCs brasileiros vêm ampliando sua presença no mercado internacional. Na avaliação de Pessanha, o principal diferencial do país em relação a operações semelhantes no exterior está na combinação entre vocação internacional e maturidade operacional.

Segundo análises da MIA, 29% dos Centros instalados no Brasil já prestam serviços para outros países, atuando como hubs regionais ou globais para mercados da América Latina e, em alguns casos, da América do Norte e da Europa.

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Essa capacidade, ressalta a especialista, é sustentada pelo conjunto de vantagens que consolidou o país no segmento e que poucas nações conseguem reunir simultaneamente, como mão de obra qualificada, fuso horário favorável às Américas, custos competitivos e governança madura. "Além disso, estamos em uma região sem conflitos e desastres naturais em grande escala, tornando o ecossistema brasileiro dinâmico e resiliente", pontua.

Apesar desse avanço, Pessanha avalia que o principal desafio para ampliar a relevância internacional do Brasil é subir na cadeia de valor. Segundo ela, para competir com hubs já consolidados, o país precisa se posicionar pela inteligência e pela qualidade das entregas, e não apenas pelo custo. Isso exige investimentos contínuos em automação, inteligência artificial e analytics.

Inteligência de mercado orienta a evolução do setor

Nesse contexto, Pessanha destaca o papel do IEG como referência na produção de inteligência sobre o mercado brasileiro de Serviços Compartilhados, especialmente por meio dos estudos realizados periodicamente para acompanhar a evolução do setor.

"Esse trabalho oferece um retrato confiável e atualizado da evolução dos CSCs e apoia empresas que desejam comparar práticas, identificar tendências e tomar decisões mais estratégicas, contribuindo para que o ecossistema brasileiro continue evoluindo de forma orientada por evidências", detalha.

Para mais informações, basta acessar: https://ieg.com.br/

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