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Chega ao Brasil antena que aprimora sinal 4G e acelera o 5G 

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Tecnologia dinamarquesa combina antena outdoor 4G/ 5G e roteador WiFi, possibilitando acesso à internet de alta qualidade a qualquer hora em até 25Km das torres das operadoras 

 

O Brasil passa a ter um reforço no sinal de internet com a chegada da antena RouDem (FWA) ao país. Combinação de antena outdoor e roteador 4G/5G, roteador WiFi, ela é responsável por captar sinal de 4G/5G em até 25 quilômetros na versão terrestre, facilitando a conectividade em locais mais afastados, como áreas rurais. Na versão marítima, o alcance é de até 80km podendo ser usada em navios, barcos, ilhas e estações de petróleo.  A WebSIA, empresa especializada em tecnologias inovadoras para mídia e comunicação, foi selecionada pela fornecedora de internet dinamarquesa MiWire para ser a representante oficial da solução no país, e também será responsável pelo suporte de 1º e 2º nível e por fornecer treinamento e monitoramento das antenas no Brasil. 

A RouDem, solução desenvolvida e patenteada pela Miwire, pode fornecer até 10 vezes mais velocidade de internet (de 600 acima 900mbs) em áreas com fraca cobertura móvel, já que sua antena outdoor direcional giratória encontra automaticamente o melhor sinal, garantindo uma conexão de internet rápida e estável. Simples de instalar, pode ser montada como uma solução definitiva em escolas, escritórios, galpões, casas ou como uma solução móvel para a vida no campo. A antena outdoor funciona através de eSIM (chip virtual) multi operadoras. Ela é à prova de poeira, umidade e água, com componentes internos protegidos e resistentes às variações de temperatura. Além disso, seu sistema dispõe de uma bateria integrada para até 10 horas de operação.  

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A MiWire acredita que os esforços para melhorar os problemas de conectividade são cruciais, conduzindo a mudanças positivas nas indústrias e trazendo oportunidades socioeconômicas. “No mundo de hoje não vivemos sem água, eletricidade e, claro, internet. Por isso, estamos muito felizes em trazer ao mercado brasileiro, oficialmente, essa tecnologia pioneira da MiWire”, afirma Rodrigo Leme Santos, Vice-Presidente de Inovação e Tecnologia da WebSIA. 

 

Segundo o executivo, a antena RouDem melhora o sinal 4G e a qualidade de vida das pessoas, proporcionando novas oportunidades, além de acelerar o acesso ao 5G. “Por meio dessa parceria, queremos colaborar ativamente com a ampliação do acesso à internet, à educação, e à capacitação para todo o país. Temos o conhecimento e pessoas capazes para dar suporte a esse objetivo”, conclui Jesper Rhode, Diretor da MiWire. 

 

Sobre a WebSIA  

 

Fundada em 2011, a WebSIA é um e-Marketplace de soluções inovadoras que reduzem custos, otimizam processos e geram novas receitas. Trata-se de uma oferta disruptiva construída sob medida para cada corporação a partir da integração entre diversas plataformas do mercado. O DNA da inovação, uma marca da equipe WebSIA, faz com que a empresa amplie constantemente os fornecedores integrados ao seu e-Marketplace. Em 2016, a WebSIA foi pioneira na distribuição do Zoom Video Communications no mercado brasileiro. Em 2022, anunciou uma parceria oficial e exclusiva com a Vimeo no Brasil. Atuando também como distribuidora, a WebSIA possui um ecossistema de canais que leva a inteligência WebSIA a todas as regiões e verticais do Brasil e do mundo. A companhia investe em programas de treinamento e certificação de seus profissionais de maneira contínua.  

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Sobre a Miwire 

 

A MiWire é uma empresa dinamarquesa cuja missão é oferecer melhor conectividade a Internet através das redes 4G e 5G. A empresa desenvolveu e possui patentes para tecnologias inéditas para oferecer instalação e operação com simplicidade tipo “plug and play” de roteadores com antenas e transmissores de alto desempenho. A MiWire recebeu prêmios de engenharia pela sua tecnologia, que combina antenas direcionais com algoritmos que se adaptam para melhor conectar-se às redes de transmissão de dados. O portfólio de produtos da MiWire conta com uma seleção de roteadores para uso terrestre e para uso marítimo. A MiWire tem como valor principal a facilitação da conectividade de seus clientes a Internet, permitindo que a instalação de seus equipamentos possa ser feita em regiões remotas sem necessidade de técnicos especializados.

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TECNOLOGIA

Deepfake vai dar cadeia? Projeto quer punir criação e divulgação de conteúdos falsos gerados por IA

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Max Kolbe, advogado especialista em Direito Digital, explica como a proposta pretende responsabilizar o uso criminoso da inteligência artificial sem impedir o avanço da tecnologia.

 

A popularização da inteligência artificial transformou a forma como imagens, vídeos e áudios são produzidos. Ferramentas capazes de criar conteúdos extremamente realistas passaram a ser utilizadas não apenas para fins criativos, mas também em golpes, fraudes, campanhas de desinformação e violações à imagem de terceiros. Diante desse cenário, um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende criar regras específicas para responsabilizar quem produzir ou divulgar deepfakes com finalidade ilícita.

Para o advogado especialista em Direito Digital Max Kolbe, a proposta surge como resposta a um problema que cresce na mesma velocidade em que evoluem as ferramentas de inteligência artificial.

“A inteligência artificial evoluiu muito mais rápido do que a legislação. Hoje qualquer pessoa consegue produzir vídeos, imagens e áudios extremamente convincentes em poucos minutos. Isso amplia significativamente os riscos de golpes, manipulação de informações e danos à reputação das pessoas. O Direito precisa acompanhar essa transformação para proteger a sociedade sem impedir o avanço tecnológico.”

 

Os chamados deepfakes utilizam algoritmos capazes de reproduzir com alto grau de fidelidade a imagem, a voz e as expressões de uma pessoa. Em muitos casos, o conteúdo é tão realista que dificulta a identificação da fraude, aumentando o potencial de prejuízos financeiros, danos morais e disseminação de notícias falsas.

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Segundo Kolbe, o projeto não pretende criminalizar a inteligência artificial, mas responsabilizar quem faz uso da tecnologia para cometer ilícitos.

“É importante deixar claro que a proposta não busca proibir o uso da inteligência artificial. O foco está em punir quem utiliza essas ferramentas para enganar pessoas, aplicar golpes, violar direitos ou obter vantagem ilícita. A responsabilidade continua sendo de quem faz uso da tecnologia, e não da tecnologia em si.”

 

Caso seja aprovado, o projeto poderá estabelecer regras específicas para a criação e divulgação de conteúdos manipulados digitalmente quando houver intenção de induzir terceiros ao erro ou causar prejuízos. A proposta também reforça a necessidade de proteger direitos fundamentais, como a imagem, a honra e a identidade das pessoas diante das novas tecnologias.

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios será equilibrar inovação e segurança jurídica.

“A legislação precisa oferecer proteção sem criar obstáculos para quem utiliza a inteligência artificial de forma ética e responsável. O Brasil precisa incentivar a inovação, mas também garantir mecanismos eficazes para responsabilizar quem transforma essa tecnologia em instrumento para a prática de crimes.”

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Além da possível responsabilização criminal prevista na proposta, o uso indevido de deepfakes já pode gerar consequências na esfera civil, como indenizações por danos morais e materiais, dependendo das circunstâncias de cada caso.

Para Max Kolbe, o maior erro é acreditar que conteúdos produzidos por inteligência artificial não geram responsabilidade jurídica.

“Muitas pessoas imaginam que, por ser um conteúdo criado por inteligência artificial, ninguém responderá por ele. Isso é um equívoco. Quem cria, compartilha ou divulga um material manipulado pode responder pelos prejuízos causados, especialmente quando há intenção de enganar ou violar direitos de terceiros.”

O especialista ressalta que o avanço da inteligência artificial exige também uma mudança de comportamento por parte da sociedade.

“Durante muitos anos, as pessoas acreditaram que um vídeo era uma prova incontestável da realidade. A inteligência artificial mudou completamente esse cenário. Daqui para frente, será cada vez mais importante verificar a origem das informações antes de acreditar ou compartilhar qualquer conteúdo. Educação digital e legislação caminham juntas para enfrentar esse novo desafio.”

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