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Campanha reforça orientação sobre rotulagem de alimentos

As regras que alteram as informações obrigatórias sobre a composição dos alimentos estão em vigor desde outubro de 2022; pesquisa do Idec mostra que quase 40% dos consumidores admitem dificuldades em compreender os rótulos

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Campanha reforça orientação sobre rotulagem de alimentos

Uma campanha lançada no mês passado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) volta a chamar a atenção para a importância de verificar a composição de cada alimento. A iniciativa, chamada “De Olho nos Rótulos”, vai se concentrar principalmente em peças produzidas para redes sociais, rádio e mídias out-of-home, com o objetivo de esclarecer e orientar a população sobre as mudanças nas regras para a rotulagem de alimentos, definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que passaram a vigorar desde outubro de 2022. 

A campanha em si, e a própria trajetória que culminou na regulamentação das regras, em 2020, se baseiam em uma constatação feita pelo próprio Idec, numa pesquisa feita em 2016. Ela apurou que, de um total de 2.651 entrevistados, 39,6% admitiram compreender parcialmente ou muito pouco a tabela nutricional impressa nos rótulos dos alimentos, que já era obrigatória no Brasil desde 2003. Na mesma pesquisa, os principais fatores apontados como causadores das dificuldades de entendimento foram o tamanho da letra (61%), o uso de termos técnicos (51%) e a poluição visual do rótulo (41,6%). 

A atualização das rotulagens visa garantir que o consumidor tenha acesso a informações claras, legíveis e atualizadas sobre as características dos produtos, bem como seus benefícios e malefícios. “A ideia é que, com as informações mais claras no rótulo frontal, será mais fácil para o consumidor buscar informações mais detalhadas”, explica a nutricionista Carla Sobral, professora do curso de Nutrição da Universidade Tiradentes (Unit Sergipe). 

Outro objetivo da campanha é estimular o consumidor a ler com atenção e discernir melhor as informações contidas no produto, fazendo com que ele escolha sempre por uma alimentação mais natural e saudável. E a leitura do rótulo é a principal recomendação da nutricionista para a compra de alimentos: “É estar atento a expressões, como por exemplo, suco natural em um suco de caixa, isento de açúcar, produto integral. Avaliar que o rótulo é elaborado levando em consideração 100 gramas. A quantidade de consumo geralmente é maior. Ter em mente que as melhores escolhas são alimentos naturais. E o principal, procurar um nutricionista para orientar uma alimentação mais saudável”, aponta Carla. 

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Já a professora Júlia Franco, do curso de Nutrição da Faculdade São Luís de França (FSLF), destaca que, quando as informações do produto indicarem alto teor de açúcares, gorduras ou sódio, é um indicativo forte de que este alimento pode aumentar os riscos de agravamento de doenças crônicas como as doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e obesidade. “Quando for comprar algum item, o consumidor deve observar esta lupa, que irá sinalizar os alimentos que são prejudiciais à saúde. Além disso, a tabela de informação nutricional também é um quesito importante para decidir qual a composição dos alimentos que estão comprando no momento e fazer as melhores escolhas nutricionais”, alerta.

Como ficou

As normas da Anvisa determinam que cada rótulo deve trazer, além da lista de ingredientes, uma lupa no rótulo frontal, que sinaliza informações como “alto em açúcares adicionados, gorduras saturadas ou sódio”, de acordo com os limites estabelecidos pela legislação. Devem ter ainda informações presentes em embalagens que relacionam o alimento a propriedades nutricionais benéficas associadas às calorias e nutrientes. Por exemplo: “baixo valor energético”, “baixo teor de sódio” e “fonte de fibra”. Quando houver lupa, a propriedade não poderá estar na parte superior do rótulo. Também não serão permitidas propriedades sobre os nutrientes indicados na lupa.

Também de acordo com as regras, as tabelas nutricionais deverão ser brancas com letras pretas, para facilitar a leitura, e deverá ser colocada próxima à lista de ingredientes, em local de fácil visualização e sem quebras. A exceção fica para os produtos pequenos, com rótulos menores que 100 cm². Nesses casos, a tabela poderá ser apresentada em áreas encobertas, desde que acessíveis. Além disso, elas têm que trazer a identificação de açúcares totais e adicionais (A), a declaração do valor energético e nutricional por 100 g ou 100 ml (B e C) – para ajudar na comparação entre produtos– e o número de porções por embalagem (D).

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Apesar de algumas normas permanecerem inalteradas, como a lista de ingredientes que traz aquele em maior quantidade primeiro, as novas devem ser observadas com atenção. A nutricionista e professora Natália Fernandes, do curso de Nutrição do Centro Universitário Tiradentes (Unit Pernambuco), reforça que os compradores devem se atentar a estas informações presentes na tabela. “O objetivo é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem a legibilidade das informações”, afirma.

Outra mudança é sobre a quantidade de porções na embalagem, que passa a ser obrigatória. “Junto a isso, a referência de medidas caseiras, por exemplo, colher de sopa e colher de chá, também. Essa mudança pretende reduzir a variabilidade no tamanho das porções”, explica Natália.

A mudança prevê um período para adaptação, que pode se estender até outubro de 2025, a depender do tipo de produto e do tempo em que ele está disposto no mercado. A resolução da tabela nutricional se aplica a todos os alimentos que são embalados na ausência dos consumidores. Já para aqueles embalados nos pontos de venda, em que o consumidor pede, ou até mesmo, em restaurantes ou fast foods, a tabela se torna voluntária. O descumprimento das regras pode resultar em advertência, multa, apreensão ou inutilização do produto, suspensão de venda e proibição de propaganda.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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