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Certificação para acelerar o acesso à inovação

Levantamento aponta que certificação em gestão da inovação ganha força quando associada à análise prioritária de projetos voltados a incentivos fiscais; estudo também mostra que os principais obstáculos ao uso da Lei do Bem estão dentro das próprias organizações

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Certificação para acelerar o acesso à inovação

A possibilidade de acelerar a análise dos projetos que dão acesso aos incentivos fiscais à inovação pode impulsionar a adoção da ISO 56001, norma internacional voltada à gestão da inovação. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Piera, centro de referência em gestão de inovação. Segundo o levantamento, 84,7% dos gestores afirmam que considerariam ou implantariam a certificação caso ela garantisse prioridade na análise dos projetos submetidos ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O estudo mostra que a proposta de criar uma análise prioritária para empresas certificadas em gestão da inovação encontra forte receptividade entre os gestores. Além dos 84,7% que afirmam considerar ou implantar a certificação diante dessa possibilidade, 84,6% dos respondentes apontam que a ampliação da segurança jurídica e da agilidade na análise dos projetos está entre os principais fatores que justificariam a adoção da ISO 56001.

Na avaliação da Piera, a certificação pode funcionar como um indicativo da maturidade dos processos de gestão da inovação das empresas, permitindo que organizações com práticas já estruturadas tenham maior previsibilidade e agilidade na avaliação dos projetos submetidos ao poder público.

A pesquisa também revela que os principais obstáculos para utilização da Lei do Bem vão além da burocracia. Entre os fatores apontados pelos gestores, o maior gargalo é a falta de engajamento das equipes responsáveis pelos projetos de inovação, seguida pela forma como os benefícios fiscais são refletidos no resultado financeiro das organizações. Burocracia, demora na análise dos projetos, rastreabilidade e insegurança jurídica aparecem em posições inferiores entre os fatores que dificultam o aproveitamento do incentivo.

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Segundo a consultoria, esse cenário está relacionado à forma como o benefício é tratado dentro das empresas. Atualmente, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) são registrados imediatamente como despesa operacional das áreas responsáveis pelos projetos, enquanto o incentivo fiscal costuma ser reconhecido posteriormente, abaixo da linha de resultado. Na prática, o gestor percebe imediatamente o impacto do investimento sobre seus indicadores, mas nem sempre consegue visualizar com clareza o benefício financeiro proporcionado pelo incentivo, reduzindo o engajamento para ampliar sua utilização.

Para Valter Pieracciani, fundador da Piera, os resultados mostram que o debate sobre os incentivos à inovação precisa incorporar aspectos de gestão e governança, além das questões regulatórias. "Existe uma percepção consolidada de que a burocracia é o principal obstáculo à utilização da Lei do Bem, mas nossa pesquisa mostra que os maiores desafios estão dentro das próprias empresas. Quando o gestor não enxerga claramente o benefício gerado pelo incentivo, o engajamento naturalmente diminui. Ao mesmo tempo, mecanismos que tragam mais previsibilidade e agilidade para organizações que já demonstram maturidade na gestão da inovação podem estimular uma adesão maior aos incentivos."

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Com base nos resultados, a Piera defende duas frentes complementares para ampliar o uso dos incentivos fiscais à inovação. A primeira é a revisão das práticas contábeis adotadas pelas empresas, tornando mais evidente o retorno financeiro dos incentivos na gestão dos projetos. A segunda é a criação de um modelo de análise prioritária para empresas certificadas na ISO 56001, permitindo que organizações com processos estruturados tenham maior agilidade e previsibilidade na avaliação dos projetos submetidos ao MCTI.

"O Brasil já dispõe de instrumentos importantes para estimular a inovação. O próximo passo é aperfeiçoar o ambiente em torno deles, criando mecanismos que valorizem empresas comprometidas com uma gestão estruturada da inovação e que tragam mais segurança e eficiência para quem investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento. Isso fortalece a competitividade das empresas e amplia o alcance das políticas públicas de incentivo à inovação," conclui Pieracciani.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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