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Setor financeiro diz estar pronto para IA, mas seus dados contam outra história

Mais da metade dos profissionais de TI em instituições financeiras classificam a infraestrutura de dados de suas empresas como desatualizada, um gargalo que compromete a adoção e a escalabilidade da IA, segundo novo relatório da Indicium

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NOVA YORK, July 17, 2025 (GLOBE NEWSWIRE) — A Indicium, consultoria global especializada em dados e IA, acaba de divulgar os resultados do Relatório de Maturidade em IA 2025. O estudo mostra uma realidade preocupante: embora o setor financeiro esteja pronto para escalar o uso de inteligência artificial, ainda enfrenta sérios desafios de base, especialmente em qualidade de dados e modernização da infraestrutura.

Apesar do entusiasmo, muitos projetos são travados por sistemas legados e arquiteturas de dados que não atendem aos requisitos técnicos para IA, como integração entre plataformas, processamento em tempo real e confiabilidade dos dados. Para destravar valor real com IA, o setor precisa avançar em direção a uma base de dados mais moderna, precisa e escalável.

O relatório é baseado em entrevistas com cerca de 700 profissionais de TI de empresas com mais de 1.000 funcionários, abrangendo setores como finanças, saúde, varejo e manufatura. A seguir, alguns dos principais destaques da pesquisa:

Sistemas de dados desatualizados

  • 52% dos profissionais de TI em empresas de serviços financeiros afirmaram que a infraestrutura de dados estava desatualizada ou obsoleta antes de iniciarem um esforço de modernização dos sistemas — um percentual superior ao de empresas de outros setores, onde 44% dos profissionais de TI também apontaram a necessidade de atualização da infraestrutura de dados.

Infraestrutura de dados como pré-requisito para IA

  • 72% dos profissionais de TI em empresas de serviços financeiros afirmaram que o principal objetivo de suas iniciativas de modernização de sistemas era preparar os dados para uso em ferramentas e aplicativos de IA. O mesmo percentual também destacou a melhoria na integração de dados entre plataformas como meta central.

    De forma semelhante, entre empresas de outros setores, 70% apontaram a preparação dos dados para IA como prioridade e 65% citaram a integração entre plataformas.

  • Apesar disso, 44% dos profissionais de TI em serviços financeiros disseram estar, no máximo, “moderadamente preparados” para usar seus dados com ferramentas de IA antes da modernização. Outros 46% declararam estar despreparados devido a problemas de qualidade e governança de dados.

    Entre os profissionais de outros setores, 48% também se disseram apenas moderadamente preparados e 40% apontaram falta de qualidade e governança como barreiras.

IA ganha terreno nas operações do setor financeiro

  • 67% dos profissionais de TI em empresas de serviços financeiros afirmaram já ter soluções com IA em produção em vários departamentos, enquanto 32% estão em fases piloto ou experimentais. Além disso, 59% utilizam IA para automação de processos administrativos (como operações de Finanças e RH), e 56% aplicam IA na governança e gestão da qualidade dos dados.

    Em comparação, 61% dos profissionais de TI em empresas de outros setores afirmaram ter soluções com IA em produção em vários departamentos, com 33% ainda em fase piloto ou experimental. Nesses setores, 59% também utilizam IA para governança e qualidade de dados.

  • Quando projetam os próximos dois a três anos, 74% dos profissionais de TI em serviços financeiros estão focados em escalar rapidamente iniciativas de IA orientadas por dados em diversos departamentos. Além disso, 68% planejam aplicar IA em funções específicas do negócio. Esses números superam os de outros setores, nos quais 66% visam escalar a IA em toda a organização e 62% miram aplicações em áreas selecionadas.

Treinamentos e parcerias como aceleradores

  • 70% dos profissionais de TI em empresas de serviços financeiros afirmaram que o aprimoramento do treinamento interno aceleraria os esforços de modernização de dados e adoção de IA.

    Além disso, 46% destacaram a importância de uma colaboração mais eficiente com parceiros e fornecedores externos. Em outros setores, 62% dos profissionais de TI apontaram a melhoria do treinamento como fator-chave, enquanto 47% destacaram o papel das parcerias externas.

“O estudo confirma o que temos visto no mercado: qualidade dos dados e sistemas modernos são a base do sucesso com IA”, afirma Matheus Dellagnelo, CEO da Indicium. “As empresas estão prontas para adotar IA, mas esbarram em sistemas legados. Uma fundação de dados sólida destrava avanços reais, acelera o impacto da IA e fortalece a competitividade. Quem investe em modernização hoje está mais preparado para gerar valor com IA agora e no futuro.”

Sobre a Indicium

Com sede em Nova York, a Indicium é uma empresa global de serviços em dados e inteligência artificial que apoia grandes organizações na migração acelerada, otimização de plataformas e construção de produtos de dados escaláveis. Nosso time conta com mais de 450 especialistas certificados atuando em todo o ciclo de vida dos dados.

Cada projeto é impulsionado pelo IndiMesh — nosso framework proprietário com IA embarcada — que combina inteligência coletiva, expertise comprovada e controle de qualidade rigoroso. Líderes de mercado como PepsiCo e Bayer confiam na Indicium para reduzir riscos, acelerar resultados e gerar valor duradouro. www.indicium.ai

Contato:
Kevin Wolf
[email protected]



GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9493358)

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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