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Sucesso no Brasil, Pix já é aceito no exterior

Apesar de o Pix ser uma tecnologia do Brasil, empresas como a Glin fazem a ponte entre clientes brasileiros e estabelecimentos localizados no exterior. Segundo Pedro Souza, CEO da companhia, a principal funcionalidade dessa prática é a simplicidade.

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Sucesso no Brasil, Pix já é aceito no exterior

Lançado em 2020, o Pix se tornou popular rapidamente entre a população, a ponto de ser hoje o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, superando o dinheiro em espécie e os cartões, segundo informações do Banco Central (BC).

A tecnologia ultrapassou até mesmo as fronteiras do país: o BC afirmou à Agência Brasil que os brasileiros já podem pagar com Pix em estabelecimentos do Chile, Argentina, Estados Unidos, Portugal, França, entre outros países. No Paraguai, famoso destino de compras, também é possível usar o Pix nas transações, relata o g1.

Nesses casos, o comércio ou prestador do serviço localizado no exterior recebe os valores do Pix por meio de um facilitador de pagamento internacional. O cliente faz uma transferência por meio de sua conta no Brasil para o facilitador, que, então, realiza uma remessa internacional para o estabelecimento, de forma instantânea.

"Hoje, os sistemas de pagamento nacionais ainda não são conectados globalmente, ou seja, o Pix funciona apenas no Brasil e não conversa diretamente com sistemas de outros países. O que empresas como a Glin fazem é viabilizar essa ponte. Na prática, a empresa estrangeira gera uma cobrança para o cliente brasileiro, que paga via Pix. A Glin captura esse pagamento no Brasil, realiza a conversão cambial e remete o valor para o exterior", exemplifica Pedro Souza, CEO da Glin.

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Do ponto de vista do usuário, a principal funcionalidade dessa prática é a simplicidade, diz Souza. Isso porque, com o Pix sendo utilizado no exterior, o cliente não precisa recorrer a cartões internacionais ou lidar com etapas adicionais.

Em termos de custo, complementa o CEO, essa opção tende a ser mais eficiente por reduzir intermediários e evitar algumas taxas comuns em pagamentos internacionais, como tarifas bancárias e spreads mais elevados, embora o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) seja o mesmo.

Um terceiro ponto levantado pelo executivo é a questão da agilidade, com o pagamento sendo confirmado na hora e o cliente do estabelecimento podendo pagar com um método que já está acostumado em seu país.

"O avanço do Pix reforça o Brasil como uma referência global em pagamentos instantâneos, mostrando que é possível construir uma infraestrutura eficiente, acessível e amplamente adotada. Isso fortalece o país no ecossistema de inovação financeira ao atrair atenção de outros mercados, incentivar parcerias internacionais e abrir espaço para que empresas brasileiras desenvolvam soluções sobre essa base", avalia Souza.

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Porém, ainda há desafios regulatórios e de compliance que precisam ser superados para que o Pix opere globalmente de forma consistente. Cada país possui suas próprias regras de câmbio, prevenção à lavagem de dinheiro e exigências operacionais, o que torna mais complexa a integração entre sistemas como o Pix e infraestruturas de outros mercados, diz o executivo.

"Do lado tecnológico, também há desafios: é necessário conectar sistemas que foram desenvolvidos de forma independente, garantindo interoperabilidade, segurança e escala. Por isso, apesar do potencial, a operação global do Pix de forma direta ainda depende de avanços coordenados entre diferentes países e instituições", considera Souza.

O CEO da Glin acredita que o próximo passo está nas mãos de bancos, autoridades e empresas de pagamento, que vêm desenvolvendo soluções para levar a experiência do Pix para o contexto internacional.

"A tendência é que, cada vez mais, o usuário consiga pagar como se estivesse fazendo uma transação local, enquanto toda a complexidade do cross border [transações feitas entre países diferentes] fica nos bastidores", ressalta.

Para saber mais, basta acessar: https://glin.com.br/

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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