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Técnicas de prevenção podem diminuir acidentes de trabalho

Índices nacionais de Notificações de Acidentes de Trabalho crescem a cada ano; treinamentos específicos, aliados ao uso da tecnologia, podem ajudar na prevenção

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Técnicas de prevenção podem diminuir acidentes de trabalho

A segurança no ambiente de trabalho é uma preocupação que requer atenção contínua. Embora existam leis e regulamentações relacionadas à segurança ocupacional no Brasil, ainda há desafios a serem enfrentados para reduzir o número de acidentes. De acordo com o último Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, produzido pela iniciativa SmartLab, em 2022, foram mais de 612 mil Notificações de Acidentes de Trabalho (CAT) registradas no país.

Alguns desses acidentes podem ocorrer devido à falta de conhecimento sobre os procedimentos de segurança, uso inadequado de equipamentos de proteção individual (EPIs) e negligência em relação às normas estabelecidas para utilização de ferramentas de trabalho. De 2012 a 2022, o grupo de agentes causadores mais frequentemente citados em notificações, segundo os dados do observatório, com 15%, foi “Máquinas e Equipamentos”. 

No Brasil, o Ministério do Trabalho estabelece, através das Normas Regulamentadoras (NRs), uma série de obrigações, direitos e deveres que devem ser cumpridos por  trabalhadores e empregadores, com objetivo de manter um ambiente de trabalho seguro e saudável. Entre as determinações estão os treinamentos e capacitações (NR 1)  que, desde de 2019, podem ser realizados no formato à distância (EAD), o que facilita o acesso às informações. 

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A inserção da tecnologia, neste sentido, seja para capacitar um colaborador ou para que ele exerça sua função com maior assertividade, pode desempenhar um papel importante na prevenção de acidentes de trabalho. 

Para Matheus Lúcio, especialista em tecnologia e desenvolvimento de softwares, que atua com projetos especializados para segurança do trabalho, uma das principais áreas de preocupação é a falta de conscientização dos trabalhadores em relação às práticas de segurança. 

“É importante ressaltar que a implementação de tecnologias  deve ser acompanhada por uma abordagem abrangente de conscientização e treinamento dos trabalhadores”, pontua. 

O especialista também elenca alguns alguns exemplos de equipamentos e tecnologias que costumam ser utilizados com essa finalidade:

Sistemas de monitoramento: sensores e câmeras podem ser instalados em áreas de alto risco para monitorar o comportamento dos trabalhadores e identificar potenciais situações perigosas. Esses sistemas visam ajudar a prevenir acidentes ao fornecer alertas em tempo real e permitir a intervenção imediata.

Dispositivos de proteção pessoal: tecnologias avançadas estão sendo desenvolvidas para melhorar a segurança dos trabalhadores. Isso inclui coletes e capacetes inteligentes equipados com sensores que detectam quedas, colisões ou exposição a substâncias perigosas. Esses dispositivos acionam alertas de emergência e fornecem informações vitais sobre a localização e o estado do trabalhador.

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Realidade virtual e aumentada: podem ser usadas para simular situações de trabalho perigosas e fornecer treinamento imersivo aos funcionários. Isso permite que eles pratiquem procedimentos de segurança em um ambiente controlado, preparando-os melhor para lidar com situações reais no trabalho.

Aplicativos móveis: são desenvolvidos para fornecer informações sobre segurança, instruções de trabalho e lembretes de práticas seguras. Os trabalhadores são capazes de ter acesso instantâneo a procedimentos, manuais e recursos de segurança por meio de seus próprios celulares. 

Também é fundamental que trabalhadores tenham um canal aberto de comunicação para relatar condições inseguras ou preocupações relacionadas à segurança. “A participação ativa dos funcionários na identificação e resolução de problemas de segurança pode contribuir para a criação de um ambiente de trabalho mais seguro e saudável”, afirma Matheus. 

A segurança no trabalho é uma responsabilidade compartilhada entre empregadores, funcionários e órgãos reguladores. Assim, é preciso que todos atuem em conjunto para fortalecer as medidas estabelecidas. Isso inclui a fiscalização adequada das normas previstas pelas NR’s, a promoção de treinamentos e a conscientização sobre a importância da segurança ocupacional.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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