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Empresas buscam por serviços e infraestrutura em nuvem

Com a agilidade do mercado atual, as instituições buscam se modernizar para suprir demandas

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O mercado mundial de infraestrutura como serviço (IaaS) deve crescer em 2025, atingindo US$ 19,7 bilhões, de acordo com a Market Research Future. Até 2034, deve chegar a marca de mais de US$ 40 bilhões. A empresa atribui esse crescimento ao fato de que os principais impulsionadores do mercado incluem um aumento na demanda por infraestrutura de TI de baixo custo, acesso mais rápido a dados e um aumento no número de organizações de pequeno e médio porte.

No Brasil, o mercado de serviços de nuvem pública deve crescer 35%, movimentando R$ 11,5 bilhões, segundo a IDC. Empresas de todos os portes buscam alternativas para a infraestrutura tradicional com o intuito de acompanhar a agilidade e demanda do mercado atual.

A escolha das soluções depende das necessidades específicas de cada organização, considerando questões como volume de dados, criticidade das aplicações, requisitos de segurança e orçamento.

Nesse contexto, Lucas Vanzin, co-CEO da EVEO, empresa brasileira de tecnologia que atua com soluções de nuvem e data center, apresenta algumas dicas que podem transformar a infraestrutura de TI dos negócios.

1 – Servidor dedicado

Para empresas com demandas de alta performance e baixa latência, o servidor dedicado oferece um ambiente exclusivo. Isso garante recursos computacionais integrais para aplicações mais críticas, sem compartilhamento com outros usuários, resultando em desempenho superior e maior controle sobre o ambiente. “É a escolha ideal para cargas de trabalho intensivas que exigem máxima densidade de recursos”, indica.

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2 – Servidor virtual (cloud servers)

Conhecidos popularmente como cloud servers, os servidores virtuais representam uma opção de custo mais acessível e flexível para diversas cargas de trabalho. São ideais para demandas que requerem menos recursos e complexidade, permitindo escalabilidade rápida para cima ou para baixo conforme a necessidade, sem os custos de hardware físico.

3 – Data center virtual

Representando uma evolução no conceito de infraestrutura em nuvem, o data center virtual é uma solução de Software-Defined Data Center (SDDC). Ele oferece um ambiente completo, incluindo servidores virtuais, redes privadas, roteadores e firewalls, tudo gerenciado através de um painel de controle automatizado. Essa abordagem proporciona agilidade na implantação e gerenciamento de recursos, simulando um data center físico, mas com a flexibilidade e economia da nuvem.

4 – Colocation gerenciado

Para empresas que possuem equipamentos próprios, mas buscam a segurança, a redundância e o suporte técnico de um ambiente especializado, o colocation gerenciado é indicado. Ele permite instalar equipamentos em um data center de alta performance, beneficiando-se de infraestrutura robusta, contingência energética, segurança física avançada e suporte técnico local, sem a necessidade de investir na construção e manutenção de seu próprio data center.

5 – Nuvem privada

É o ambiente de nuvem customizado e construído exclusivamente para atender aos requisitos de uma única organização. É a solução ideal para empresas com demandas muito específicas de segurança, conformidade regulatória ou personalização de ambiente, garantindo que a infraestrutura seja desenhada sob medida para suas aplicações mais sensíveis e exclusivas, atendendo aos mais diversos pré-requisitos e limitações orçamentárias.

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6 – Disaster Recovery as a Service (DRaaS)

A continuidade dos negócios é primordial em qualquer estratégia de TI. O DRaaS garante a continuidade dos negócios ao replicar sistemas críticos em ambiente seguro, permitindo recuperação rápida em caso de falhas, desastres ou indisponibilidades, com mínimo impacto ao usuário final.

“Existem outras soluções ‘as a Service’, como Data Base as a Service (DBaaS), Storage as a Service (STaaS) e Backup as a Service (BaaS), que contribuem significativamente para a otimização e a eficiência das operações em nuvem, ao gerenciar bancos de dados, armazenamento e backups como serviços, simplificando a gestão e reduzindo a carga operacional”, explica o executivo.

Ele ainda comenta que a variedade de serviços disponíveis permite que as empresas construam uma infraestrutura híbrida, personalizada e preparada para os desafios do presente e do futuro. Seja pela performance de um servidor dedicado, pela agilidade de um cloud server ou pela robustez de uma nuvem privada, investir em soluções sob medida é o primeiro passo para transformar tecnologia em vantagem competitiva. “Antes de implementar ou expandir o ambiente em nuvem, é fundamental avaliar as particularidades e os objetivos do negócio, como foco no maior retorno sobre o investimento, garantindo uma infraestrutura robusta, eficiente e segura”, finaliza Vanzin.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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