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Imposto de Renda: educação financeira evita taxas indevidas

Com conhecimento e organização, é possível saber quais são as despesas dedutíveis e minimizar ou até mesmo deixar de pagar o imposto.

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Imposto de Renda: educação financeira evita taxas indevidas

Em 2025, 43 milhões de brasileiros declararam Imposto de Renda (IR), segundo a Receita Federal. A arrecadação deste ano, que se iniciou em 23 de março e irá até 29 de maio, deve ter um número similar de contribuintes, já que a isenção para quem ganha até R$ 5.000 entrará em vigor apenas em 2027.

Neste processo de acertar as contas com o governo, muitos brasileiros não sabem por onde começar e nem como fazer a declaração. Com isso, acabam perdendo oportunidades de deduções, ou seja, de abater o valor de despesas pessoais no imposto que seria pago. Por meio das deduções, é possível diminuir a taxa, ou até mesmo conseguir restituição, que é o processo de receber um pagamento de volta.

André Andrade, head de finanças da Refuturiza, unidade de negócios focada em educação e profissionalização do Cartão de TODOS, explica que "a educação financeira tem um papel importante neste momento. É por meio dela que alguém pode ganhar autonomia e aprender a declarar o Imposto de Renda, ou até mesmo tentar obter uma isenção ou a restituição".

Economizar no Imposto de Renda

"A educação financeira ensina a pessoa a organizar documentos, recibos e comprovantes ao longo do ano, o que facilita na hora de declarar o Imposto de Renda", menciona Andrade. O profissional da Refuturiza esclarece que coletar os comprovantes necessários é o primeiro passo para conseguir deduzir despesas.

De acordo com ele, ao entender melhor as regras do imposto, uma pessoa consegue identificar quais despesas podem ser abatidas. "Com conhecimento, o contribuinte evita pagar imposto a mais e aumenta as chances de restituição ou redução do valor devido", afirma.

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Entre as despesas que podem ser abatidas, Andrade cita gastos com educação, como mensalidade de escolas, creches, cursos técnicos, cursos de graduação e de pós-graduação; despesas médicas, incluindo consultas, cirurgias e atendimentos com dentistas, fisioterapeutas e psicólogos; e gastos com dependentes, uma vez que a Receita Federal permite abater até R$ 2.275,08 por filhos ou enteados até 21 anos, ou 24 caso estejam cursando graduação ou curso técnico.

Além disso, doações, desde que sejam feitas para entidades enquadradas nas leis de incentivo fiscal; e planos de previdência privada, desde que sejam da modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e estejam comprovados com informe de rendimentos, também podem ser abatidos do Imposto de Renda.

Andrade recomenda que, para obter informações sobre deduções e aprender como declarar o Imposto de Renda, o público pode recorrer a plataformas on-line de educação financeira, uma vez que essas permitem aprender sobre o tema a qualquer momento e em qualquer lugar.

A Refuturiza, por exemplo, plataforma da qual Andrade faz parte, ajuda o público nessa jornada ao oferecer conteúdo de qualidade e confiável. "O +Cash, streaming da Refuturiza sobre educação financeira, apoia os usuários oferecendo conteúdos específicos sobre o Imposto de Renda, como orientações sobre quem precisa declarar, explicação sobre rendimentos tributáveis e isentos, dicas de organização de documentos e passo a passo para preencher a declaração", ressalta. 

O +Cash está disponível, com vídeos sobre educação financeira e conteúdo sobre finanças, para os assinantes do passaporte "Tô no gás" e do Plano Família da Refuturiza. A assinatura também dá acesso à plataforma com mais de mil cursos que podem ajudar no desenvolvimento pessoal e profissional.

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A importância da análise de gastos

Andrade defende que o primeiro passo para conseguir deduções no Imposto de Renda é conhecer com detalhes as próprias finanças e ter controle sobre os gastos pessoais. Nesse processo, a educação financeira pode ajudar a mapear as despesas e organizar comprovantes em categorias que podem ser deduzidas.

"A educação financeira ajuda a pessoa a entender para onde o dinheiro está indo e a tomar decisões mais conscientes. Quando alguém aprende a registrar receitas e despesas, cria uma visão clara dos próprios hábitos de consumo", detalha ele.

De acordo com o profissional, ao conhecer os próprios gastos, alguém consegue, com mais facilidade, cortar despesas desnecessárias, evitar o endividamento, definir prioridades e metas de curto e longo prazo e manter um orçamento equilibrado.

"Na prática, a educação financeira transforma nossa relação com o dinheiro. Paramos de apenas comprar aleatoriamente no dia a dia para começar a controlar e planejar os gastos", informa.

Ao mapear todos os gastos, uma pessoa consegue ter uma visão mais global do próprio fluxo financeiro, reunir todas as despesas dedutíveis no Imposto de Renda ao longo do ano e, com isso, evitar pagar taxas indevidas.

De acordo com Andrade, o streaming +Cash da Refuturiza também pode ajudar nesta tarefa. "A plataforma conta com conteúdos educativos sobre finanças pessoais, tornando o aprendizado acessível e fácil de aplicar no dia a dia. Por meio de vídeos, é possível aprender como montar um orçamento pessoal, como controlar receitas e despesas e estratégias para sair das dívidas", resume.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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