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SEO internacional ganha força com impacto da IA

Redução de custos e avanço tecnológico permitem que empresas de diferentes portes disputem tráfego qualificado em mercados externos

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SEO internacional ganha força com impacto da IA

O SEO internacional deixou de ser uma estratégia restrita a multinacionais e hoje se consolida como essencial para empresas de diferentes portes ampliarem sua presença digital. A evolução das ferramentas e a redução dos custos de produção multilíngue tornaram possível que companhias médias e até pequenas disputem tráfego qualificado em inglês, espanhol e até mandarim.

De acordo com Matheus Silveira, CEO da Quality SMI, essa mudança reflete uma transformação estrutural, em que empresas de médio porte com produtos escaláveis passaram a ter condições reais de competir em mercados globais. "Há alguns anos, essa conversa era de multinacional, pois a infraestrutura era cara, a expertise escassa e o retorno difícil de justificar. Hoje, o que ainda trava a maioria das companhias não é recurso, e sim encarar isso como estratégia de verdade, não como teste", afirma.

Segundo o executivo, a busca por posicionamento internacional tem sido impulsionada por diferentes fatores, como a saturação do mercado local. "Em alguns segmentos, o custo por clique (CPC) atingiu patamares tão altos que investir em tráfego orgânico internacional passou a ter melhor relação custo-benefício."

"O câmbio também foi um dos responsáveis: com o dólar valorizado, exportar serviços ou produtos digitais deixou de ser expansão e passou a ser sobrevivência para muitas empresas brasileiras", acrescenta.

Dados de mercado reforçam essa tendência. Um levantamento da Research and Markets projeta que o setor de otimização para mecanismos de busca atinja faturamento de US$ 143,9 bilhões até 2030, impulsionado pelo crescimento do comércio eletrônico, do marketing de conteûdo e da publicidade digital.

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Na avaliação de Silveira, a internacionalização digital passou a exigir cuidados específicos, já que configurações incorretas de tags hreflang podem levar o Google a entregar versões erradas de páginas, enquanto escolhas equivocadas entre subdomínios e subpastas comprometem a autoridade regional. "Outro erro recorrente é tratar o keyword research como tradução direta, sem considerar diferenças culturais e de intenção de busca".

"O americano que busca software de gestão usa termos que o inglês britânico não usa. Chegar a um mercado externo com pesquisa traduzida do português é construir sobre base errada desde o começo. Além disso, conteúdo bom sem autoridade geográfica não ranqueia. É assim que funciona", complementa.

A simples tradução de um site não garante relevância internacional. Na visão do executivo, traduções automáticas sem revisão nativa podem comprometer a confiança do usuário e afetar a conversão. "O processo envolve arquitetura pensada para cada mercado, pesquisa de intenção local e construção de autoridade com fontes reconhecidas naquele país."

Embora o Google concentre cerca de 90% das buscas globais, outros mecanismos precisam ser considerados. Na China, o Baidu lidera com mais de 50% de participação, enquanto o Yahoo Japan mantém relevância no Japão e o Bing apresenta penetração acima da média em países do Oriente Médio.

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Silveira acrescenta uma camada recente: o impacto da Inteligência Artificial. "ChatGPT, Gemini e Perplexity estão mudando como as pessoas buscam. Não basta ranquear no Google. Quem não considera isso no planejamento internacional já começa atrasado."

Estudo recente mostra que as visões gerais de IA do Google (AI Overviews) já aparecem em até 30% das pesquisas e em quase três quartos das consultas voltadas à resolução de problemas, afetando significativamente a visibilidade e o engajamento dos usuários. Isso reforçar a necessidade de estratégias voltadas também para plataformas de IA, dentro do conceito de Generative Engine Optimization (GEO).

Para Silveira, com um mercado digital mais disputado e com mais empresas competindo pelos mesmos termos e investindo em mídia paga, ter uma estratégias sólida se tornou um ativo valioso. "Tráfego orgânico bem construído não some quando o orçamento acaba".

"O que separa quem cresce de quem só gasta é decisão antes de execução. Internacionalização digital não é projeto paralelo. A técnica precisa servir ao negócio. Quando é feito assim, o retorno aparece", conclui o executivo.

Para saber mais, basta acessar: www.qualitysmi.com.br

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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