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Google e Energy Dome avançam na implantação de sistemas de armazenamento de energia em vários continentes com o primeiro projeto bilateral na Irlanda

O projeto da bateria de CO₂ de 23 MW/200 MWh representa o primeiro acordo comercial bilateral entre as empresas, ajudando a aliviar o congestionamento da rede, a promover a segurança energética e a acelerar uma solução de energia livre de carbono 24 horas por dia, 7 dias por semana, na Irlanda e em outros lugares.

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Hoje, a Energy Dome, uma das principais desenvolvedoras de tecnologia de armazenamento de energia de longa duração, e o Google anunciaram seu primeiro contrato comercial bilateral para um projeto de bateria de CO₂ de 23 MW/200 MWh, localizado no condado de Offaly, na Irlanda. O projeto faz parte de uma parceria de longo prazo anunciada pelas empresas no ano passado para implementar em larga escala a tecnologia de bateria de CO₂ da Energy Dome, além de avançar na ambição do Google de ampliar o acesso à energia limpa, acessível, segura e disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, para redes elétricas em todas as partes do mundo. Este anúncio ocorre na esteira de um projeto de 19 MW/200 MWh no Arizona, anunciado neste mês pela Energy Dome, pelo Google e pela concessionária local SRP.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260623718638/pt/

Rendering of Energy Dome's CO2 Battery project near Rhode, County Offaly, Ireland.

Rendering of Energy Dome’s CO2 Battery project near Rhode, County Offaly, Ireland.

O projeto será desenvolvido, operado e de propriedade da Energy Dome, que utilizará sua tecnologia proprietária de bateria de CO₂. A tecnologia funciona utilizando eletricidade da rede para comprimir e armazenar CO₂, e posteriormente, quando há necessidade de energia, o gás é expandido através de uma turbina para gerar energia, que é então enviada de volta à rede.

Fortalecimento da confiabilidade e sustentabilidade da rede elétrica na Irlanda

O governo irlandês identificou o armazenamento de energia de longa duração como uma solução fundamental para garantir a segurança do fornecimento de eletricidade, reduzir os custos do sistema e viabilizar a meta política ambiciosa da Irlanda de atingir 80% de eletricidade renovável até 2030.

Por meio desse projeto, o Google e a Energy Dome pretendem demonstrar como a tecnologia de armazenamento de energia de longa duração pode contribuir para um sistema elétrico mais acessível, seguro e limpo na Irlanda. A bateria de CO₂ da Energy Dome pode absorver o excedente de energia durante períodos de oferta excessiva e fornecer energia estável durante períodos de sobrecarga do sistema. Dessa forma, é possível utilizar de maneira inteligente e econômica os recursos de energia renovável da rede, equilibrando o sistema e aliviando os gargalos de congestionamento da rede local.

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Localizado no condado de Offaly, na região central da Irlanda, próximo à cidade de Rhode, o local está estrategicamente situado em um nó crítico da rede elétrica irlandesa, com linhas de alta tensão que atendem à região metropolitana da Grande Dublin. A expansão dos recursos energéticos nessa área do país é essencial para um maior crescimento econômico nos centros de demanda irlandeses.

Desenvolvido em parceria com a Lumcloon Energy, importante incorporadora local sediada na região de Midlands, o projeto gera empregos e benefícios de longo prazo para a comunidade por meio da implantação de tecnologia de ponta. Localizado em uma antiga usina termelétrica a turfa, o projeto dará uma nova vida à área industrial abandonada, transformando-a em um motor para a transição à energia limpa. Próximo ao Rhode Green Energy Park, a região possui abundantes recursos energéticos, como energia solar e eólica, que sofrem restrições de fornecimento devido ao alto congestionamento na rede local. Ao armazenar energia para distribuição posterior, o projeto alivia o congestionamento e evita a construção onerosa de linhas de transmissão, garantindo maior acessibilidade para todos os usuários da rede.

Claudio Spadacini, fundador e CEO da Energy Dome, afirmou: “Temos orgulho de trabalhar com o Google em um projeto que fortalece a resiliência da rede elétrica e abre caminho para energia livre de carbono 24 horas por dia, 7 dias por semana, na Irlanda. Este projeto é a primeira implementação comercial bilateral no âmbito da parceria estratégica entre nossas empresas, que tem como objetivo desenvolver projetos da CO₂ Battery na Europa, América do Norte e Ásia-Pacífico.”

Ao contrário da maioria das cadeias de suprimento de baterias, que dependem de íons de lítio e outros minerais críticos, a Bateria de CO2 da Energy Dome utiliza componentes prontos para uso. A adoção da tecnologia da Energy Dome na Irlanda mostra como o armazenamento de energia de longa duração e despachável pode atender à crescente demanda por eletricidade e fortalecer a segurança, a resiliência e a confiabilidade energética do país.

“No Google, estamos comprometidos em impulsionar tecnologias de energia de próxima geração para fortalecer a resiliência da rede e introduzir capacidade crítica de armazenamento no sistema”, afirmou Vanessa Hartley, diretora do Google na Irlanda. “Esse marco representa o próximo passo em nossa parceria de longo prazo com a Energy Dome e ajudará a ampliar sua promissora tecnologia de armazenamento de energia de longa duração, avançando rumo a um futuro energético mais acessível, seguro e limpo.”

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O projeto já garantiu o terreno, a aprovação do plano e a conexão à rede. A empresa também obteve um contrato de capacidade de 10 anos com a EirGrid, operadora estatal do sistema de transmissão, e a previsão é que a usina entre em operação em 2028. A Energy Dome planeja desenvolver uma segunda unidade de 200 MWh no local, criando um polo de armazenamento de energia de longa duração na região central da Irlanda.

Sobre a Energy Dome

A Energy Dome é uma fornecedora líder de soluções inovadoras de capacidade para concessionárias de energia e infraestrutura de IA, impulsionada por sua tecnologia patenteada de bateria de CO₂. Seu sistema proprietário oferece capacidade despachável a custos competitivos, além de energia limpa e confiável 24 horas por dia, 7 dias por semana, utilizando materiais prontamente disponíveis. Dessa forma, a empresa apoia a confiabilidade da rede, a segurança energética e a competitividade industrial. Conforme a demanda global por eletricidade aumenta — impulsionada por cargas de trabalho de IA, computação em hiperescala e pela rápida expansão da infraestrutura de data centers —, a Energy Dome avança na implementação comercial de sua tecnologia, visando fornecer soluções energéticas acessíveis, confiáveis, escaláveis e de baixas emissões para concessionárias, fornecedores de energia, operadores de hiperescala e grandes consumidores de energia.

Sobre o Google

A missão do Google é organizar as informações do mundo e torná-las universalmente acessíveis e úteis. Por meio de produtos e plataformas como Pesquisa, Maps, Gmail, Android, Google Play, Google Cloud, Chrome e YouTube, o Google desempenha um papel significativo no dia a dia de bilhões de pessoas e tornou-se uma das empresas mais conhecidas do mundo. O Google é uma subsidiária da Alphabet Inc.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Assessoria de mídia: [email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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Infraestrutura pública impulsiona setor de máquinas

O Novo PAC destina R$ 1,8 trilhão em infraestrutura urbana, com R$ 123 bilhões para cidades sustentáveis, gerando demanda direta por equipamentos de construção e limpeza mecanizada de vias em municípios de todos os portes.

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Infraestrutura pública impulsiona setor de máquinas

O Novo PAC, programa de investimentos do Governo Federal em parceria com estados, municípios e setor privado, destinará R$ 1,8 trilhão em infraestrutura por todo o Brasil, sendo R$ 1,3 trilhão aplicado até 2026. Só no Ministério das Cidades, os recursos estão organizados em 10 modalidades que abrangem saneamento, mobilidade urbana, habitação e pavimentação. O volume de obras abertas simultaneamente em cidades de todos os portes amplia as frentes de canteiro e aquece a demanda por equipamentos de limpeza mecanizada de vias.

O programa destina mais de R$ 123 bilhões para infraestrutura urbana no eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes, abrangendo frentes como urbanização de favelas, mobilidade urbana, gestão de resíduos sólidos, esgotamento sanitário e prevenção a desastres. Dentro desse escopo, R$ 23,6 bilhões estão voltados para empreendimentos de mobilidade urbana em grandes e médias cidades, com obras de BRTs, VLTs, trens urbanos, metrôs e corredores de ônibus, além de outros R$ 5,2 bilhões para a retomada de obras desse ramo que estão paralisadas. Para a prevenção de desastres, o programa aplica R$ 3,5 bilhões na retomada e conclusão de 86 obras de drenagem e contenção de encostas.

Desde o lançamento do programa, em 2023, já foram alcançados 126 municípios em 21 estados, com a retomada e conclusão de 125 obras que estavam paralisadas, em ritmo lento ou não haviam sido iniciadas. O volume mais expressivo, no entanto, ainda está em execução: outras 227 intervenções seguem em andamento ou em processo de licitação, distribuídas por 137 municípios de todas as regiões do país, totalizando R$ 45 bilhões em investimentos. Somente para a prevenção de desastres, o programa destina R$ 3,5 bilhões para a retomada e conclusão de obras de drenagem e contenção de encostas, além de mais R$ 15,1 bilhões em 482 novas obras selecionadas.

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Não por acaso, o setor de máquinas e equipamentos encerrou 2025 com a receita de R$ 298,9 bilhões, representando um crescimento de 7,3%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). O desempenho do setor foi sustentado principalmente pelo mercado doméstico. As indústrias de bens de consumo e extrativas puxaram os investimentos, junto com as obras de infraestrutura.

Matheus K. Leite, engenheiro mecânico da Bristol, indústria de implementos hidráulicos e agrícolas, explica que "o impacto de programas estruturantes como o Novo PAC sobre o mercado de equipamentos de construção é bastante direto e perceptível, principalmente em segmentos ligados a fundações, perfuração, pavimentação, saneamento e infraestrutura logística. Quando o investimento público ganha previsibilidade e volume, toda a cadeia passa a antecipar aumento de demanda".

Para as construtoras que executam essas obras, a gestão da limpeza dos canteiros é uma frente operacional constante. Leite explica que, na prática, cada etapa, como terraplenagem, pavimentação ou drenagem, deixa resíduos sobre as vias que precisam ser removidos com regularidade para garantir segurança e continuidade do serviço. Obras urbanas têm uma característica em comum: geram resíduos contínuos, tais quais areia solta, brita fina, entulho miúdo, que se acumulam sobre as vias e dentro dos próprios canteiros. Quanto maior o volume de frentes abertas, maior o passivo de limpeza que precisa ser gerenciado no dia a dia da obra.

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Dentre as máquinas que traduzem essa relação entre infraestrutura pública e demanda por equipamentos, o engenheiro destaca a vassoura hidráulica, acessório usado na limpeza de canteiros de obras e vias públicas. "Em operações de infraestrutura, pavimentação, terraplenagem e manutenção urbana, o acúmulo de resíduos impacta a segurança. Com centenas de obras ocorrendo simultaneamente como consequência do Novo PAC, esse impacto se multiplica, e com ele, a demanda por soluções que permitam manter a segurança e a qualidade do ambiente urbano", afirma Leite.

No cenário das obras urbanas, Leite aponta que a vassoura hidráulica pode ser acoplada a tratores ou minicarregadores já utilizados no canteiro, o que elimina a necessidade de um equipamento exclusivo para essa função. "Ela otimiza o tempo de operação e reduz a necessidade de trabalho manual. Além disso, quando acoplado a máquinas hidráulicas já presentes na obra, esse implemento amplia a versatilidade do equipamento, permitindo que uma única máquina execute múltiplas funções no mesmo local de trabalho", acentua o engenheiro.

Com centenas de frentes de obras abertas simultaneamente em todo o país, o momento é de demanda aquecida, e os canteiros precisam de soluções práticas, como aponta o engenheiro. Nesse contexto, segundo o especialista, implementos que ampliam a capacidade dos equipamentos já em operação, sem exigir novos investimentos em maquinário, mostram-se uma alternativa prática para construtoras que precisam manter ritmo e padrão de segurança ao longo de todo o ciclo da obra.

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