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Aprender Conectado abre contratação de internet para escolas

A Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace) abriu duas Solicitações de Proposta (RFPs – Request for Proposal) para a contratação de serviços de conectividade e de sistemas fotovoltaicos off grid (de geração de energia solar que funcionam sem conexão com a rede elétrica convencional) destinados à Fase 6 (Adicional) do Programa Aprender Conectado.

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Aprender Conectado abre contratação de internet para escolas

A Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace) abriu duas Solicitações de Proposta (RFPs – Request for Proposal) para a contratação de serviços de conectividade e de sistemas fotovoltaicos off grid (de geração de energia solar que funcionam sem conexão com a rede elétrica convencional) destinados à Fase 6 (Adicional) do Programa Aprender Conectado. A nova etapa, que não fazia parte do planejamento original do projeto, vai levar conectividade a 5.734 escolas públicas distribuídas em 2.246 municípios, ampliando a meta de atendimento da Eace de 40 mil para quase 46 mil unidades de ensino – um crescimento de 15% em relação ao alcance previsto.

“A criação de uma fase adicional mostra que o Aprender Conectado tem capacidade para ir além da meta inicialmente estabelecida. A nova fase contemplará quase 6 mil escolas. É uma ampliação importante não apenas em números, mas principalmente nas oportunidades que a internet de qualidade pode abrir para estudantes e professores”, afirma Flávio Santos, diretor-geral da Eace.

A decisão de entregar à entidade a execução de mais uma etapa do programa  é do Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (Gape), que aprovou orçamento de R$ 453,5 milhões para a execução da Fase 6. A lista de escolas beneficiadas foi definida pelo Ministério da Educação.

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Escopo técnico

A RFP de conectividade prevê a contratação integrada de rede externa e rede interna por 24 meses. Para o acesso à internet em banda larga, a solução deve priorizar a fibra óptica, admitindo-se também rádio, arranjo híbrido (fibra + rádio) ou FWA (Fixed Wireless Access), conforme a viabilidade técnica e as velocidades estabelecidas para cada unidade escolar (Inep).

A rede interna deve contemplar solução completa de Wi-Fi dimensionada para todos os ambientes pedagógicos e administrativos, incluindo a instalação do Medidor Educação Conectada (Simet/NIC.br).

Das escolas contempladas pela Fase Adicional, 39 não dispõem de acesso à rede elétrica e vão receber sistema de geração fotovoltaica off grid — painel solar, inversor, controlador de carga e banco de baterias de lítio (LiFePO4).

Como participar

Prestadores de serviços interessados devem se inscrever e enviar documentação exclusivamente por meio da plataforma Nimbi, mediante cadastro prévio no site da Eace (https://eace.org.br/transparencia_fase6).

O cronograma prevê que o envio dos dados para cadastro e habilitação deve ser concluído até 28 de agosto de 2026. Na sequência, entre 2 de outubro e 9 de novembro, será realizada a análise e qualificação das propostas.

A etapa de negociação está prevista para ocorrer de 10 a 16 de novembro de 2026. Por fim, o processo será encerrado com a contratação e adjudicação, programadas para o período de 4 a 18 de dezembro de 2026.

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Distribuição regional

A maior concentração de escolas da Fase 6 está na região Nordeste, com 2.333 unidades, seguida da Sudeste, com 2.071. Completam a distribuição 553 escolas no Sul, 442 no Norte e 335 no Centro-Oeste. Do total, 67% estão em zonas urbanas socialmente vulneráveis e 33% em áreas rurais; 91% pertencem a redes públicas municipais.

“A conexão só cumpre sua finalidade quando tem qualidade, estabilidade e capacidade para apoiar o trabalho pedagógico. Por isso, cada escola exige uma solução compatível com sua localização, sua infraestrutura e o número de alunos que utilizarão a rede”, acrescenta Flávio Santos.

Sobre o Aprender Conectado

Executado pela Eace, o Programa Aprender Conectado leva conectividade de qualidade a escolas públicas de educação básica, especialmente em áreas remotas, rurais, indígenas, quilombolas e localidades nas quais a infraestrutura de telecomunicações é limitada, incluindo áreas urbanas socialmente vulneráveis. O programa é financiado com recursos aportados pelas operadoras vencedoras do leilão do 5G. Até 25 de agosto, o Aprender Conectado já havia concluído a implantação em 28.639 escolas de 3.331 municípios, beneficiando aproximadamente 3,5 milhões de estudantes.

Mais informações

Dúvidas técnicas sobre as RFPs devem ser encaminhadas para [email protected], por meio do formulário disponibilizado na plataforma Nimbi, respeitando as datas do cronograma.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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