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Empresas incorporam finanças e aproximam varejo e crédito

Movimento aproxima varejo e outros setores do sistema financeiro e ganha espaço nas discussões do FEBRABAN TECH 2026

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Empresas incorporam finanças e aproximam varejo e crédito

A expansão dos serviços financeiros digitais começa a mudar também o papel de empresas que tradicionalmente atuavam apenas como comerciantes ou prestadores de serviços. Em vez de somente aceitar pagamentos, negócios de diferentes setores passam a incorporar crédito, cartões, crediário e outras soluções financeiras à relação com seus clientes, em um movimento que aproxima varejo, serviços e tecnologia do sistema financeiro.

O tema ganhou espaço no FEBRABAN TECH 2026, evento realizado entre os dias 24 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, SP. Entre as trilhas do evento esteve justamente a discussão sobre "finanças embarcadas e a convergência intersetorial", em um cenário no qual a tecnologia amplia a capacidade de empresas não financeiras de oferecer serviços financeiros dentro de suas próprias jornadas de consumo.

A transformação ocorre em paralelo à aceleração da digitalização do sistema financeiro. O orçamento dos bancos brasileiros para tecnologia deve alcançar R$50,4 bilhões em 2026, alta de 8% em relação a 2025, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, realizada pela Deloitte. Segundo a pesquisa, o orçamento destinado à tecnologia pelos bancos cresceu 58% nos últimos cinco anos. Em 2025, 83% das transações bancárias foram realizadas por canais digitais, sendo 78% pelo celular.

Para André Maniezo, CEO da INFOX Payments, que participou do FEBRABAN TECH 2026, esse ambiente abre espaço para uma mudança na estratégia de empresas que buscam transformar serviços financeiros em instrumentos de relacionamento com seus consumidores.

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"A INFOX atua há décadas com tecnologia para pagamentos e crédito, mas o que levamos para a feira foi justamente essa evolução da operação: soluções que permitem às empresas estruturarem seus próprios produtos financeiros, como crediário, cartões, CDC digital e outras modalidades de crédito e pagamento", afirma Maniezo.

A lógica é particularmente relevante em um mercado no qual os meios digitais já fazem parte da rotina de consumidores e empresas. Dados divulgados pelo Banco Central em agosto de 2026 mostram que o Pix movimentou mais de R$35 trilhões em 2025, em quase 80 bilhões de transações. Ainda de acordo com o Banco Central, ao final do período analisado, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas haviam realizado ou recebido ao menos uma transação por meio do Pix.

A evolução das infraestruturas de pagamento cria, assim, condições para que empresas explorem novas formas de relacionamento financeiro com seus próprios públicos. O Pix Automático, por exemplo, permite pagamentos recorrentes e possibilita ao pagador autorizar o uso de uma linha de crédito associada à sua conta caso não tenha saldo suficiente no momento da cobrança, segundo o Banco Central.

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Nesse contexto, o desafio deixa de ser apenas disponibilizar meios de pagamento e passa a envolver a construção de jornadas financeiras integradas ao negócio. Para o varejo, isso pode significar transformar o crediário próprio ou um cartão private label em ferramentas de relacionamento, crédito e fidelização.

"Uma empresa pode estruturar um crediário próprio ou um cartão private label, por exemplo. Estamos falando de tecnologia para empresas que queiram oferecer serviços financeiros aos próprios clientes", reitera Maniezo.

A discussão também acompanha uma agenda mais ampla do Banco Central e do setor financeiro, marcada pela digitalização, pela ampliação das possibilidades de pagamento e pela necessidade de conciliar inovação, segurança e proteção do consumidor. Nesse contexto, durante a abertura do FEBRABAN TECH 2026, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou os efeitos do avanço do Pix sobre a inclusão financeira e chamou atenção também para os riscos associados à maior facilidade de acesso ao crédito.

Segundo Maniezo, a tendência aponta para uma convergência cada vez maior entre tecnologia, pagamentos e crédito. "Nesse cenário, empresas de diferentes setores podem deixar de enxergar os serviços financeiros apenas como uma etapa da jornada de compra e passar a utilizá-los como parte de sua estratégia de relacionamento e geração de receita", finaliza.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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