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Reforma Tributária do Consumo inicia testes em 2026

Empresas devem se preparar para o início do período de testes

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Reforma Tributária do Consumo inicia testes em 2026

A partir de janeiro de 2026, empresas brasileiras iniciam o período de testes da Reforma Tributária do Consumo, etapa prevista pela Emenda Constitucional nº 132 de 2023. O objetivo desta fase é permitir que contribuintes, fornecedores de tecnologia e órgãos governamentais validem fluxos, cálculos e obrigações acessórias relacionadas ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), antes que o novo modelo substitua gradualmente tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o período de transição será dividido em fases para adaptação progressiva das operações das empresas. Entre os ajustes previstos estão a atualização de sistemas de gestão, revisão de regras de cálculo e adequações nos documentos fiscais eletrônicos. A Nota Técnica 2025.002, publicada pela Secretaria da Fazenda, já iniciou a incorporação de campos específicos relacionados ao IBS e à CBS na Nota Fiscal Eletrônica.

“A inclusão dos campos do IBS e da CBS na NF-e permite que empresas e fornecedores de software simulem operações reais, identifiquem impactos nos processos fiscais e ajustem seus sistemas antes do início da obrigatoriedade”, explica Rafael Netto, pós-graduado em Departamento Fiscal e Administração Estratégica Tributária pela Trevisan/RJ.

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A etapa de testes em 2026 terá caráter facultativo e não produzirá efeitos financeiros. A finalidade é permitir que empresas simulem operações reais e identifiquem ajustes necessários em processos internos antes do início do período obrigatório.

Impacto nos sistemas de gestão empresarial

Com a Reforma Tributária do Consumo, sistemas de gestão passam a desempenhar papel central na adaptação das empresas. As mudanças exigem revisões em cadastros de produtos, novas parametrizações fiscais, atualização de regras de apuração e integração com modelos revisados de documentos eletrônicos.

Com base nas atualizações previstas na Nota Técnica 2025.002 e nas diretrizes divulgadas pelo Ministério da Fazenda, diferentes empresas de tecnologia anunciaram adequações em seus ERPs para atender ao novo modelo tributário. Entre os sistemas que já comunicaram preparativos estão:

  1. Nomus ERP Industrial

  2. TOTVS Protheus

  3. Senior ERP

  4. SAP S/4HANA

  5. Oracle NetSuite

As empresas listadas divulgaram atualizações relacionadas à inclusão dos novos tributos, ajustes nos documentos fiscais eletrônicos e mudanças necessárias para a etapa de testes.

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O Ministério da Fazenda recomenda que empresas acompanhem atualizações das Notas Técnicas e demais publicações oficiais disponíveis no Portal da NF-e.

Publicações do Governo Federal indicam que a transição completa para o IBS e a CBS ocorrerá de forma escalonada até 2033. Segundo documento técnico divulgado pelo Ministério da Fazenda em agosto de 2024, o período de testes em 2026 representa a primeira fase operacional do novo regime e terá impacto direto em companhias que dependem de emissão de documentos fiscais eletrônicos, gerenciamento de créditos tributários e controle de custos.

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SECURETRACE anuncia ‘biometria’ para produtos

Inspirado na lógica da impressão digital humana, o ORIGINAL.ID garante ao consumidor a identificação de produtos com precisão de 99,99%. Essa biometria exclusiva transforma cada item físico em um canal direto de comunicação, inaugurando a era do Product-to-Consumer (P2C). O projeto nasce de um hub global de inovação, estruturado no Brasil pela SECURETRACE, em parceria com referências mundiais em inteligência artificial e visão computacional.

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SECURETRACE anuncia 'biometria' para produtos

O mercado global de bens de consumo ganhou uma nova dimensão na forma como marcas e pessoas se conectam. A SECURETRACE acaba de lançar o ORIGINAL.ID, porta de entrada para um ecossistema de identificação, que transforma o produto físico no principal canal de comunicação e confiança com o consumidor final. É a era do Product-to-Consumer (P2C).

A nova infraestrutura atualiza os padrões de mercado e gera uma "biometria" exclusiva para cada unidade fabricada. Ao aplicar a mesma lógica de unicidade da impressão digital humana aos bens físicos, o ORIGINAL.ID cria possibilidades inéditas: dar voz própria e um histórico vivo a cada item.

A novidade inaugura um capítulo inédito na gestão corporativa e no engajamento com o cliente, batizado de Movimento ID.

"O maior erro estratégico que vejo nas reuniões de diretoria é acreditar que o valor de um produto está garantido assim que ele sai da fábrica. A cada quilômetro percorrido pelo produto, a marca se distancia do consumidor e a confiança se perde", afirma Mário Nicoli Netto, CEO da SECURETRACE. "Não oferecemos apenas uma ferramenta de ‘verdadeiro ou falso’ para mitigar fraudes. O Ecossistema ID é uma infraestrutura de comunicação confiável. Dar ao consumidor final o poder absoluto da validação não é uma questão de compliance, é garantir que a integridade dos ativos seja a fundação para proteger o LTV (Lifetime Value) da marca. Se o produto é original, ele deve ter identidade."

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Hub Global e a engenharia do inédito

A SECURETRACE estruturou um hub global de inovação, orquestrado a partir do Brasil, para erguer o Ecossistema ID, uma rede colaborativa, na qual corporações, consumidores e parceiros compartilham uma base de dados transparente.

É nesse contexto que nasce o ORIGINAL.ID, unindo desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional. De um lado, a aliança com a francesa Cypheme — baseada na Station F, em Paris — trouxe redes neurais de altíssima precisão. De outro lado, a parceria com a BIG VISION, liderada pela diretoria da OpenCV (a principal biblioteca de visão computacional do mundo), agregou inteligência avançada ao processamento de imagens.

Focado na unidade do item físico, o ORIGINAL.ID viabiliza a identificação do produto com precisão de 99,99%, permitindo que o consumidor interaja com o que é autêntico, com total segurança. "Sabemos que, matematicamente, a certeza de 100% é um conceito inatingível, mas a nossa engenharia foi desenhada com um propósito: dar um passo além a cada dia para estarmos cada vez mais próximos do absoluto", explica Mário Nicoli Netto. "Unimos desenvolvimentos proprietários à expertise de duas das maiores referências do mundo em inteligência artificial e visão computacional para alcançar este resultado".

Ao conectar o ORIGINAL.ID, silos dentro das corporações são derrubados. Áreas como logística, compliance e marketing passam a operar conforme a mesma base de dados auditável, entregando às marcas o controle de ponta a ponta sobre os produtos por meio de uma visão 360º.

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Identificação no DNA: um legado de 100 anos

O lançamento do novo ecossistema representa o ápice de uma trajetória de quatro gerações, iniciada em 1909. O DNA da identificação chegou à família com Affonso Nicoli, bisavô do atual CEO, pioneiro na organização urbana de São Paulo por meio das placas esmaltadas e do sistema de numeração métrica utilizado até hoje.

Ao longo das décadas, a empresa consolidou seu nome, desenvolvendo infraestruturas críticas de alta segurança, incluindo os sistemas de proteção do passaporte brasileiro, as bandas holográficas das cédulas de R$ 100 e os selos fiscais da Receita Federal.

"A confiança é a base sobre a qual se constrói a civilização. Ao longo de mais de um século, nossa missão tem sido dar forma e inovação a essa confiança, protegendo a verdade de cada objeto e a integridade de cada história", ressalta Mário Nicoli Filho, presidente do Conselho da SECURETRACE.

"Meu bisavô organizou as ruas para que as pessoas não se perdessem no mundo físico do século passado. Hoje, a SECURETRACE organiza a cadeia global de suprimentos para que o consumidor — e as marcas — não se percam no mercado moderno", conclui Mário Nicoli Netto.

SECURETRACE: https://www.securetrace.com.br/

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